Aurora (XXV)

Minha curandeira ainda se encontrava na confusão que cercava a tenda de alimentos; e me mantive em silêncio quanto ao que vi e ouvi durante o espaço de tempo em que me ausentei. Meu interesse estava agora voltado para o cemitério, e procurei, aturdido em meio a tantas novas imagens, o torreão de que me falara o inquisidor. Continue lendo “Aurora (XXV)”