Edição 238 (17/07/07) – Do poder ao “poder” – dormindo com as chinchilas

Como se começa a afirmar o fim? Talvez afirmando que o fim não será o fim, apenas o começo de um algo sem fim. É, talvez…

Quem me conhece, sabe que, vez ou outra, tenho estas manias de tergiversar, protelar o inadiável, procrastinar o que deveria ter sido feito tresanteontem.

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Ontem (4)

Como prometi ontem, vou revelar-vos a ideia que me surgiu na
sequência das minhas divagações altamente científicas, baseadas em
teorias da tintura iniciadas pelo tio Smith, que outros tios aproveitaram
para justificar a perpetuação da escravatura, embora lhe tenham
mudado o nome para não chocar demasiado as consciências dos
escravos que, quer se queira quer não, estão hoje um nadinha mais
despertas que há 200 anos atrás.

 

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