Ser Simplicíssimo

Ser Simplicíssimo é, antes de tudo, amar. Amar o que se escreve, mesmo não amando o que se escreverá sobre o que será escrito. É ligar o computador e não ligar se o mundo vai desabar, ou se ninguém vai ligar. É escrever bobagem séria e seriedade boba. É sentar-se em frente à tela e descobrir que não se tem nada para escrever naquele dia. E ainda assim escrever. Continue lendo “Ser Simplicíssimo”

Edição 361 – 11/04/2010 (final) – As frases de amor que jamais direi

The End   

É finda uma jornada. Neste 11 de abril de 2010 o Simplicíssimo completa 7 anos, 5 meses e 17 dias de vida. Foram mais de 3700 artigos publicados por duas centenas de autores, mais de 30 milhões de páginas vistas e incontáveis comentários feitos em nossos textos.
    Literatura foi a tônica, principalmente nos últimos anos. Contos, crônicas, poesias, críticas, romances em capítulos, micronarrativas… Mas também tivemos gastronomia, política, cinema, arte, filosofia, antropologia, fotografia, música, concursos, edições especiais e uma boa dose de nonsense.
    Nesta derradeira edição, gostaria de agradecer nominalmente a algumas pessoas. Se não o faço de forma integral, nominando a todos que por aqui passaram, não é por falta de espaço, tampouco por falta de tempo. É porque acredito que estas pessoas acabam por resumir o que foi o Simplicíssimo neste quase sete anos e meio de vida, e representam bem o espírito de nossa Nau.

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Epilogo

O que sei é que entrei. Não me lembro como exatamente.

Em meados de 2003 (ou antes). E passei a acompanhar um mundo delicioso e diferente. Sério mesmo, não sei bem como o querido Rafael me encontrou no mundo do éter universal, mas me convidou e eu me senti vaidosamente orgulhoso. Continue lendo “Epilogo”

Tenho medo

Eu tenho medo de ver novos amanheceres, de sair à noite e de me apegar às pessoas que só nos fazem bem. Eu tenho medo doutor, eu tenho medo. Tenho medo dos sinais de trânsito, das madrugadas sombrias, dos quartos escuros que só nos ensinam a conhecer a dor. Por isto eu fujo da frieza perpétua daquelas salas de mármores, dos corredores silenciosos e das portas de indicam que "é proibido visitas". Continue lendo “Tenho medo”