O Marquês (XII)

Numa manhã fria na rua De La Morteille, a Cidade dos Ventos começava a despertar sob um pálido sol de outono. Naquela aurora marrom de folhas secas e galhos retorcidos, Greenwood, após decifrar mentalmente o método racional do assassino de sua filha, acreditava em encontrá-lo, e naturalmente, assassiná-lo.

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O Marquês (VI)

O velho Arnaud sonhava com o livre, e a liberdade que reclamava não era a dos princípios, mas a dos instintos, daí sua revolta romântica, exaltanto a alma do indivíduo, sua danação, um flerte com os modos sombrios, para justificar um verdadeiro revoltado que não exige a vida, mas as razões da vida.

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