O barbeiro (I)

Sempre foi meu sonho ser barbeiro. Em pleno século vinte e um, globalização, Internet, wi-fi, e o mais a quatro. Eu sei também sei que o barbeiro de hoje em dia, assim como o alfaiate, está virando peça de museu. Nunca me perguntei se pesando os prós e subtraindo os contras não ficaria com um número negativo. Afinal, eu queria mesmo ser um barbeiro. O barbeiro só tem duas obrigações: cuidar para não cortar o pescoço do cliente e estar por dentro dos acontecimentos. Continue lendo “O barbeiro (I)”