hey(…)

Hey, quero mudar as coisas. A estrada por onde andava, era indiretamente indiferente. Por isso, quero mudar as coisas. Deixar o que é meu á quem o merece. Não deixar nada á quem não se entrega e desconhece. Fazer como sempre quis. Despreparar o mundo pra viver, como o

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vê!

Ninguém sabe. Talvez, ninguém jamais saiba. Não é a causa em si, “saber”, o que me encomoda. Talvez seja, a maneira á como toda a situação se expressa. Talvez seja eu. Eu e as outras pessoas. Não se sabe mais o que fazer, ai todo mundo olha pra tua cara, como se a culpa fosse tua. Como se culpados fossem sempre os que silenciam. Óbvio que,

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Blue(…)

Um blues, lento e lascivo. É tudo o que me vem á mente agora. Um blues de azul, um amigo meu que não me deixou na mão. Há diversas maneiras de se pedir perdão. Talvez uma delas seja perdoando. Eu faço a minha parte, ás vezes. Tentar se redimir. Redimir-se, lascivamente, feito o blues. Música romântica com libido de brega, coisa de Cazuza. Não me interessaria pelas coisas mais fúteis, mas , como já dizia meu pai, ser eclético só traz

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(…)

Ninguém sabia. Na verdade, ela escondia de todo o mundo suas superstições. Mas, diga-me você também, tá curioso?!

Tá curioso pra saber o que tem aqui dentro?!

Tá?!

Pois bem, passei no meu amigo livreiro. Ele me aguardava com poesias beatnik. Nem sei Continue lendo “(…)”