Ontem (6)

Voltei à baixa de Leiria, mais precisamente à Av. dos Heróis de
Angola, que agora está cheia de heróis vindos de outras partes do
mundo, porém com um espírito muito semelhante aos que daqui
demandavam as terras de África: carência de tintura. Aliás, toda a
Europa está na mira dos famintos de tintura de todo o mundo. 

Continue lendo “Ontem (6)”

Ontem (5)

2007-02-02

Não acabei de vos contar acerca da minha frustração, ao saber da
boca do JSS que afinal ele não tinha tintura alguma escondida. Porém,
fiquei intrigado com o frasco vazio que ele deitou fora, e voltei à carga:
– Acredito que não tenhas frascos de tintura escondidos. Então e
aquele que eu apanhei no lixo?

 

Continue lendo “Ontem (5)”

Ontem (4)

Como prometi ontem, vou revelar-vos a ideia que me surgiu na
sequência das minhas divagações altamente científicas, baseadas em
teorias da tintura iniciadas pelo tio Smith, que outros tios aproveitaram
para justificar a perpetuação da escravatura, embora lhe tenham
mudado o nome para não chocar demasiado as consciências dos
escravos que, quer se queira quer não, estão hoje um nadinha mais
despertas que há 200 anos atrás.

 

Continue lendo “Ontem (4)”

Ontem (5)

2007-02-02

Não acabei de vos contar acerca da minha frustração, ao saber da
boca do JSS que afinal ele não tinha tintura alguma escondida. Porém,
fiquei intrigado com o frasco vazio que ele deitou fora, e voltei à carga:
– Acredito que não tenhas frascos de tintura escondidos. Então e
aquele que eu apanhei no lixo?

 

Continue lendo “Ontem (5)”

Ontem (4)

2007-01-31

Como prometi ontem, vou revelar-vos a ideia que me surgiu na
sequência das minhas divagações altamente científicas, baseadas em
teorias da tintura iniciadas pelo tio Smith, que outros tios aproveitaram
para justificar a perpetuação da escravatura, embora lhe tenham
mudado o nome para não chocar demasiado as consciências dos
escravos que, quer se queira quer não, estão hoje um nadinha mais
despertas que há 200 anos atrás.

 

Continue lendo “Ontem (4)”

Ontem (3)

2007-01-30

Ainda não fui à procura da palhota onde supostamente se
esconde a tintura do JSS. A charada refere a primeira palhota, que
suponho ser a primeira casa da rua. Tenho uma vaga ideia que essa
casa é uma ruína. Se for, é um excelente esconderijo, tão bom que nem
vale a pena ir lá procurar sem um cão farejador de tintura.

 

Continue lendo “Ontem (3)”