À Deriva

(…)A partir de hoje ninguém há de me entorpecer, eu sou minha sombra, eu sou minha sobra, e a súbita e interrupta praga fixada a resisti aos desejos, que me vencem fácil por apelos sensitivos, ao medo que termina quando choro, a felicidade que acaba quando entristeço, a saudade que me consome quando não amo.

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