Sou finalista do Brazilian International Press Awards

Simplimigos, sou um dos cinco finalistas, na categoria Destaque Literário, ao Brazilian International Press Awards no Japão: – o maior prêmio da Comunidade Brasileira residente no exterior (Inglaterra, E.U.A. e Japão); patrocinado por empresas como Rede Globo, TAM e as Embaixadas Brasileiras.
http://www.pressaward.com/japao/
Agradeço a Deus, a vocês, meus amigos e familiares, que me levaram a realizar um sonho pelo qual tanto tenho lutado, em vinte anos de caminhadas literárias. Amigos têm me apoiado e divulgado muito desde que tive conhecimento da notícia:
http://www.editoramultifoco.com.br/tresporquatro/?p=747
Obrigado, realmente. Deus abençoe a todos!
Edweine Loureiro

Lançamento do livro “Em Curto Espaço”

Amigos, no dia 27 de Abril, será lançado meu livro “Em Curto Espaço” (Editora Multifoco, Selo 3×4), um conjunto de sessenta microcontos, muitos premiados em Concursos Literários. Eis o anúncio do livro, pela 3×4 (também no Facebook):
 

Os melhores microcontos de Edweine Loureiro reunidos para caber em seu bolso. A maioria dos textos recebeu premiação em diversos concursos do gênero. Mais um lançamento do selo 3X4, da Multifoco Editora.

Um livro que vem realizar mais um sonho nestes 20 anos de trajetória literária. Agradeço a todos os amigos que, direta ou indiretamente, têm me apoiado nesta caminhada. Deus abençoe a todos.
O livro estará disponível, para a venda, a partir de Maio, nos sites da 3×4 e da Multifoco:
http://www.editoramultifoco.com.br/tresporquatro/

Muito me honraria – e desde já agradeço – a leitura e divulgação, por parte dos amigos, destes minicontos que foram feitos com muito carinho para refletirmos (e rirmos, por que não?) sobre este curto espaço de tempo a que chamamos VIDA.

 
Saudaçoes Literárias do amigo no Japão,
Edweine Loureiro

Teu nome é mulher

Faceira, a feiticeira
faz do temível gigante
o mais cândido amante.

E, na arena, a guerreira
faz que o mundo a ouça,
jamais usando da força.

Ai, ai, mundo preso…
(Por que o medo?)
Pois só não vê mesmo
quem não quer
o poder de uma mulher.
 

Confraria da Poesia Informal

Simpliamigos, convido todos a conhecerem a Confraria da Poesia Informal: um site que abre espaço para a nova geração da Poesia em Língua Portuguesa.
 

Fundada em Agosto de 2011, pela escritora petropolitana Catarina Maul, a Confraria conta hoje com cento e onze poetas-membros – marca atingida em apenas cinco meses de existência –; incluindo escritores de Angola e este amigo que vos escreve, representando o Japão, além, claro, dos grandes Poetas desse imenso e talentoso Brasil.

Venham conhecer a Confraria:

http://www.confrariadapoesiainformal.blogspot.com/

Venham participar desta grande Festa Poética.

Saudações Literárias.

Edweine Loureiro

VIII Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus

Simpliamigos, estão abertas as inscrições para o “VIII Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus”. Segue abaixo o regulamento:

Jorge Amado é homenageado em concurso literário.

A UBE – União Brasileira de Escritores (Núcleo Bahia), apoia a iniciativa que promove a literatura baiana e valoriza os autores locais.

A oitava edição do “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus” faz homenagem ao escritor Jorge Amado, que faria 100 anos em 10 de agosto de 2012. Autor de dezenas de obras traduzidas pelo mundo todo, Amado é o autor baiano mais famoso e lido por pessoas de todas as idades. ONúcleo Baiano da UBE, na pessoa do coordenador Carlos Souza, se junta a esta ação, com o objetivo de fortalecer a literatura do estado da Bahia e prestar um tributo a Jorge Amado.

O concurso literário promovido pelo jornalista Valdeck Almeida de Jesus é uma iniciativa divulgada no Eixo 4 do Plano Nacional do Livro e Leitura, do Ministério da Cultura e já publicou quase 1100 poetas do mundo todo, desde 2005. Em 2011 a edição foi em homenagem a autores baianos e teve mais de mil inscritos, cujas crônicas serão lançadas na Bienal do Livro de São Paulo, em agosto, mesmo mês de nascimento de Jorge Amado.

Para 2012 serão aceitas redações inéditas (crônicas, artigos ou resenhas) ou já publicadas sobre a vida e/ou obra de Jorge Amado. Serão aceitos, também, textos sobre escritores e poetas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Outros temas serão aceitos como: redações sobre assuntos africanos, Copa do Mundo de Futebol de 2014 e sobre escritores de outras partes do mundo, desde que os textos sejam escritos em língua portuguesa. Inscrições e informações no link:
http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=2660465

Valdeck Almeida de Jesus

Enviado por Valdeck Almeida de Jesus em 10/01/2012
Reeditado em 10/01/2012
Código do texto: T3432950

Para ler – “Ventos de Chuva”, de Rosana Banharoli

Amigos, recomendo o livro da maravilhosa Poetisa paulista, Rosana Banharoli; cuja obra passei a conhecer e admirar, desde 2008, quando comecei a participar de Concursos Literários pelo Brasil. Eis a sinopse do livro:

Este livro é produto da participação da autora em oficinas de criação literária, na Casa da Palavra, em Santo André desde o ano de 2007, com nomes expressivos na Literatura Nacional e Internacional, como os  premiados escritores, João Silvério Trevisan, Marcelino Freire, Luiz Ruffato, Fábio Weintraub, José Geraldo Neres e Vanessa Molnar. O livro é composto por poesias inéditas e por poesias premiadas em Concursos Literários, em todo o país, entre os anos de 2008 e 2011.

Ventos de Chuva está à venda no site da Asabeça:
http://www.asabeca.com.br/detalhes.php?prod=5783&kb=1195

Conhecendo o talento poético da Autora, mais que recomendado.

Saudações Literárias.

Edweine Loureiro

Naomi

Junichiro Tanizaki (1886-1965), tal qual nosso genial Machado de Assis, jamais saiu de sua patria e, ainda assim, construiu uma obra de caráter universal – admirada até hoje por grandes autores contemporâneos – caso do escritor turco Orhan Pamuk, Nobel de Literatura em 2006; que, certa vez, em visita a Kyoto, revelou inspirar-se muito na obra do autor japonês – ele próprio candidato ao maior prêmio da Literatura mundial em várias ocasiões.
E não é para menos. Tanizaki desvenda as camadas da psicologia de suas personagens como poucos autores sabem fazer. E isso é muito bem demonstrado na obra Naomi, publicada em 1924, logo após um grande terremoto ter atingido Tóquio.
Coincidindo com um período em que a cultura japonesa começava a sofrer influências da ocidentalização; a obra nos apresenta o personagem-narrador Jōji, um tímido (e típico) assalariado japonês, que, com vinte e oito anos de idade, conhece Naomi, jovem de quinze anos, de origem humilde, que trabalha em um bar. O nome exótico – algo incomum para os nomes-padrões japoneses da época – e as características físicas eurasianas da jovem acabam por atrair a Jōji; que decide cuidar da educação de Naomi, levando-a para morar com ele em Ōmori, na periferia de Tóquio.
Apostando inicialmente no potencial da jovem para os estudos; começam então as decepções de Jōji para com aquela que viria a ser sua esposa: Naomi revela-se mais interessada em danças, festas e a companhia de amigos mais jovens – principalmente de dois deles: Hamada e Kumagai – do que propriamente nos estudos. E aqui surge uma característica de Naomi que fará o leitor brasileiro lembrar-se da Capitu, de nosso Machado: o olhar dissimulado e, no caso da personagem de Tanizaki, mesclado a um certo ar de inocência. Uma dubiedade que a permite fazer o que quer, não somente de Jōji, mas de todos os homens a sua volta. Interessante observar também que, na transição para a vida adulta, a ocidentalização em Naomi assume até mesmo proporções físicas; o que, ao mesmo tempo que assusta ao pacato Jōji, termina também por fasciná-lo.
Como igualmente estará fascinado o leitor que se aventurar no ambíguo e, por isso mesmo, maravilhoso mundo de Naomi.
Boa leitura! (e Boas Festas!)