Nem sempre é como o pai quer que seja…

O pai do jovem Garibaldi era daqueles caipiras mais machos que a própria masculinidade. Caboclo durão, filho de mãe e pai estrangeiros, italianos legítimos, daqueles que vieram substituir os negros escravos nas fazendas produtoras de café no interior de São Paulo nos anos 30.

Tornou-se ao decorrer dos anos num rico fazendeiro no Sul de Minas Gerais, aqui pertinho vizinho com São Paulo. Casou um pouco tarde meio temporão, com mais de quarenta anos e por infelicidade a esposa morreu no parto do seu único filho, Garibaldi cujo nome é uma homenagem ao próprio herói italiano, marido de Anita.

Coitada da jovem Ema, a esposa falecida do velho Victório, tão franzina e adoentada. Deus que a tenha em bom lugar! O menino foi criado com ama de leite, muito bem criado, diga-se de passagem num verdadeiro berço de ouro.

Futuro herdeiro de milhões em patrimônio e dizem algumas pessoas que conviveram com o velho Victório, que ele tinha milhões também em dinheiro, tudo em dólares.

Porém o jovem Garibaldi não se acostumava com a fazenda, tinha medo até das galinhas. O velho italiano contratou dona Ana uma mulher da cidade, ex- professora aposentada mulher de muita classe, muita cultura, poliglota e outros que tais.

Gari era o apelido do jovem Garibaldi colocado pela nova governanta. Com ela aprendeu inglês, a dançar dança de salão, a falar sem erros de português sem gírias e sem sotaque.

E vejam, até a bordar, costurar e desenhar, a pintar em tecidos e por ai á fora. O velho Victório já estava passando dos setenta, cansado da luta brava que era o seu cotidiano, marcado pelas vicitudes da vida, adoentado pelo duro trabalho do campo quando ainda era jovem e agora bastante rico, mas, daqueles antigos que fazem jus ao ditado que diz: Quem engorda o gado, são os olhos do dono.

Dona Ana, a escolhida governanta, foi uma verdadeira mãe para o jovem Garibaldi, não era mais tão jovem assim e agora que Gari tinha dezoito anos, pediu para ser dispensada pelo seu Victório. Estava muito cansada. Não aguentava mais a lida do dia a dia. Precisava de repouso e infelizmente, agora era ela que necessitava de uma enfermeira para cuidá-la. Coisas da vida.

Agora, sem dona Ana para intermediar as conversas entre pai e filho,Garibaldi depois de muitas brigas com o seu velho pai resolveu ir embora para o Rio de Janeiro. Tinha conhecido no Colégio onde se preparava para entrar na Faculdade, um colega que era carioca.

Gari disse ao pai que ia morar na casa dos pais do amigo até arrumar um local para morar na Cidade Maravilhosa. O pai, mesmo contra a vontade mandou o seu advogado particular ir com o jovem para o Rio e depois de dois dias acomodados em um hotel cinco estrelas, consultou varias imobiliárias e por fim comprou um apartamento para o jovem Garibaldi em Copacabana de frente para a praia. Pelo menos assim o velho ficaria tranquilo na fazenda, ciente que o filho estaria em sua própria casa e não na casa de estranhos morando. Uma polpuda mesada também todos os meses seria depositada na conta do jovem filho do fazendeiro. No começo, ou seja, nos dois primeiros anos, todos os meses o velho recebia uma carta do seu filho, contando que estava tudo bem com ele, que fazia um curso técnico em uma boa faculdade. Coisas cotidianas e banais.

Depois, as cartas foram ficando escassas, rareando, até que não veio mais nenhuma. Nesse ínterim o velho Victório conheceu uma enfermeira, uma senhora viúva de sessenta e tantos anos, chamada Rosália, cheia de saúde, morena saudável, bem apessoada e segundo ouvir dizer, essa senhora tinha poderes amorosos escondidos, pois, o velho voltou à viver e sentir como era boa a vida.

Passou a andar pela fazenda novamente, a cuidar ele mesmo dos negócios pendentes. Voltou a fiscalizar as compras e vendas, a acompanhar seus rendimentos, tudo isso sempre acompanhado pela sua enfermeira, agora, sua companheira, de cama e mesa. E foi por sugestão dela, ao ver o velho tão saudoso do mal agradecido do filho que sequer mandava uma carta para o pai que tanto fizera por ele, que o casal resolveu fazer uma visita de surpresa para o rapaz.

Dona Rosália preparou tudo, da fazenda foram para São Paulo de carro, depois até o Aeroporto e de lá, para o Rio de Janeiro. O endereço, o mesmo das velhas cartas. Em Copacabana.

Assim que chegaram ao endereço que tinham dado ao motorista de táxi, este os deixou em frente ao prédio. Foram ao terceiro andar. O casal de velhos subiu pelo elevador e logo no corredor acharam o numero 39.

Tocaram a campainha. Uma jovem, de cabelos longos e alourado, vestindo apenas um short curto e blusinha tipo top, mostrando um belo par de seios atendeu a porta:- Olá, o que desejam? O velho Victório sentiu as pernas bambear…

– Papai, o que o senhor esta fazendo aqui? Meu Deus! Disse Gari ao reconhecer o seu velho pai.

A surpresa do velho fazendeiro tinha sido tanta que ele sofreu na hora uma súbita vertigem, imagine: encontrar o filho vestido de mulher com seios e tudo bem na sua frente, cara a cara! O velho foi atendido no Hospital Souza Aguiar. Agora estava sendo tratado pela sua companheira Rosália e a própria filha, digo, seu próprio filho, o travesti Gina Sofia, ex- Garibaldi, que é Enfermeira Padrão no mesmo hospital aonde o velho Victório está sendo atendido.

 

 

 

 

 

 

 

 

Nem sempre é como o pai deseja que seja…

 

 

Nem sempre é como o pai quer que seja…

 

O pai do jovem Garibaldi era daqueles caipiras mais machos que a própria masculinidade. Caboclo durão, filho de mãe e pai estrangeiros, italianos legítimos, daqueles que vieram substituir os negros escravos nas fazendas produtoras de café no interior de São Paulo nos anos 30.

Tornou-se ao decorrer dos anos num rico fazendeiro no Sul de Minas Gerais, aqui pertinho vizinho com São Paulo. Casou um pouco tarde meio temporão, com mais de quarenta anos e por infelicidade a esposa morreu no parto do seu único filho, Garibaldi cujo nome é uma homenagem ao próprio herói italiano, marido de Anita.

Coitada da jovem Ema, a esposa falecida do velho Victório, tão franzina e adoentada. Deus que a tenha em bom lugar! O menino foi criado com ama de leite, muito bem criado, diga-se de passagem num verdadeiro berço de ouro.

Futuro herdeiro de milhões em patrimônio e dizem algumas pessoas que conviveram com o velho Victório, que ele tinha milhões também em dinheiro, tudo em dólares.

Porém o jovem Garibaldi não se acostumava com a fazenda, tinha medo até das galinhas. O velho italiano contratou dona Ana uma mulher da cidade, ex- professora aposentada mulher de muita classe, muita cultura, poliglota e outros que tais.

Gari era o apelido do jovem Garibaldi colocado pela nova governanta. Com ela aprendeu inglês, a dançar dança de salão, a falar sem erros de português sem gírias e sem sotaque.

E vejam, até a bordar, costurar e desenhar, a pintar em tecidos e por ai á fora. O velho Victório já estava passando dos setenta, cansado da luta brava que era o seu cotidiano, marcado pelas vicitudes da vida, adoentado pelo duro trabalho do campo quando ainda era jovem e agora bastante rico, mas, daqueles antigos que fazem jus ao ditado que diz: Quem engorda o gado, são os olhos do dono.

Dona Ana, a escolhida governanta, foi uma verdadeira mãe para o jovem Garibaldi, não era mais tão jovem assim e agora que Gari tinha dezoito anos, pediu para ser dispensada pelo seu Victório. Estava muito cansada. Não aguentava mais a lida do dia a dia. Precisava de repouso e infelizmente, agora era ela que necessitava de uma enfermeira para cuidá-la. Coisas da vida.

Agora, sem dona Ana para intermediar as conversas entre pai e filho,Garibaldi depois de muitas brigas com o seu velho pai resolveu ir embora para o Rio de Janeiro. Tinha conhecido no Colégio onde se preparava para entrar na Faculdade, um colega que era carioca.

Gari disse ao pai que ia morar na casa dos pais do amigo até arrumar um local para morar na Cidade Maravilhosa. O pai, mesmo contra a vontade mandou o seu advogado particular ir com o jovem para o Rio e depois de dois dias acomodados em um hotel cinco estrelas, consultou varias imobiliárias e por fim comprou um apartamento para o jovem Garibaldi em Copacabana de frente para a praia. Pelo menos assim o velho ficaria tranquilo na fazenda, ciente que o filho estaria em sua própria casa e não na casa de estranhos morando. Uma polpuda mesada também todos os meses seria depositada na conta do jovem filho do fazendeiro. No começo, ou seja, nos dois primeiros anos, todos os meses o velho recebia uma carta do seu filho, contando que estava tudo bem com ele, que fazia um curso técnico em uma boa faculdade. Coisas cotidianas e banais.

Depois, as cartas foram ficando escassas, rareando, até que não veio mais nenhuma. Nesse ínterim o velho Victório conheceu uma enfermeira, uma senhora viúva de sessenta e tantos anos, chamada Rosália, cheia de saúde, morena saudável, bem apessoada e segundo ouvir dizer, essa senhora tinha poderes amorosos escondidos, pois, o velho voltou à viver e sentir como era boa a vida.

Passou a andar pela fazenda novamente, a cuidar ele mesmo dos negócios pendentes. Voltou a fiscalizar as compras e vendas, a acompanhar seus rendimentos, tudo isso sempre acompanhado pela sua enfermeira, agora, sua companheira, de cama e mesa. E foi por sugestão dela, ao ver o velho tão saudoso do mal agradecido do filho que sequer mandava uma carta para o pai que tanto fizera por ele, que o casal resolveu fazer uma visita de surpresa para o rapaz.

Dona Rosália preparou tudo, da fazenda foram para São Paulo de carro, depois até o Aeroporto e de lá, para o Rio de Janeiro. O endereço, o mesmo das velhas cartas. Em Copacabana.

Assim que chegaram ao endereço que tinham dado ao motorista de táxi, este os deixou em frente ao prédio. Foram ao terceiro andar. O casal de velhos subiu pelo elevador e logo no corredor acharam o numero 39.

Tocaram a campainha. Uma jovem, de cabelos longos e alourado, vestindo apenas um short curto e blusinha tipo top, mostrando um belo par de seios atendeu a porta:- Olá, o que desejam? O velho Victório sentiu as pernas bambear…

– Papai, o que o senhor esta fazendo aqui? Meu Deus! Disse Gari ao reconhecer o seu velho pai.

A surpresa do velho fazendeiro tinha sido tanta que ele sofreu na hora uma súbita vertigem, imagine: encontrar o filho vestido de mulher com seios e tudo bem na sua frente, cara a cara! O velho foi atendido no Hospital Souza Aguiar. Agora estava sendo tratado pela sua companheira Rosália e a própria filha, digo, seu próprio filho, o travesti Gina Sofia, ex- Garibaldi, que é Enfermeira Padrão no mesmo hospital aonde o velho Victório está sendo atendido.

By Luc Ramos

 

 

 

 

 

 

 

 

A negra Didi

 Carlão era um namorador inveterado. Um grande conquistador. Aproveitando-se de atributos genéticos europeus herdados do seu pai um militar francês e com o molho latino e africano da usa mãe, uma brasileira muito bonita,sambista e carioca, mistura essa que davam-lhe um porte físico muito sensual.

Ele arrepiava nas praias cariocas.
Ele nasceu moreno, alto, forte e olhos azuis, vejam só, o tipo do cara! Essa mistura franco-brasileira deu ao jovem Carlos, no Rio de Janeiro uma vida muito boa. Muita diversão, muitas mulheres, e um belo padrão de vida.
Bem, como todo brasileiro, Carlão era um craque e jogava futebol em um time da Segunda divisão no Rio de Janeiro, e agora tinha recebido um convite para fazer um teste em um grande time holandês.
Didi, uma baita negra, baita no sentido de beleza, uma morenaça, com atributos sem silicone, pura, beleza natural, um par de seios generosos e uma bunda tipo produto exportação original, grande e arrebitada.
Carlão não podemos dizer que era namorado da Didi, eles tinham um caso, esporadicamente se encontravam nas baladas, e depois de dançarem e se divertirem juntos, iam para a casa da Didi, que morava sozinha em um apartamento em Copacabana e lá faziam amor.
Aliás, quando eles se encontravam, o Kama-Sutra ficava envergonhado com as posições sexuais que os dois inventavam. E o próprio Casanova vinha em espírito aprender a arte de seduzir do brasileiro Carlos Moreno, o popular Carlão.
Numa dessas ocasiões em que estavam na balada, o Carlão depois de dizer que estava de malas prontas para a Holanda, ia fazer teste em um famoso time holandês, e durante a conversa entre os dois recebeu uma sugestão da Didi.
Porque não irem os dois juntos? A Didi sonhava em arrumar um gringo para casar, ela sabia das suas possibilidades, mas, estava chegando aos trinta anos, e todos os gringos que ela tinha contato, vinham para o Brasil apenas fazer turismo sexual, eles jamais viriam aqui e se casariam com uma mulata que tinham conhecido nas quadras da Escola de Samba.
Ao passo que, ao conhecerem uma mulher do tipo da Didi, que na verdade chamava-se Benedita, em seu país, as possibilidades de um relacionamento sério e duradouro seriam bem mais possíveis. Eis o plano da Didi, que ela propôs ao Carlão.
Os dois chegariam na Holanda como marido e mulher, o Carlão ficaria com ela no Hotel que o clube em que ele ia fazer o teste lhe reservara. Ela, enquanto o Carlão fazia o seu teste no Clube, exames médicos, treinos com bola aquela rotina que todos nós sabemos que existem, ela ia procurar um emprego, dar umas voltas e procurar fazer amizades, sabe como é, né? Na Europa aonde você vai você encontra brasileiro. Parece até praga. E todos são muito solidários. Alguém poderia ajudá-la.
Plano feito, Carlão demorou a concordar, mas, a negra Didi, tinha um dinheiro na poupança, fruto de um premio, que ela tinha ganhado no carnaval no começo do ano, que muito ajudaria na estada de ambos na Holanda.
Trato feito. Malas prontas. Tudo acertado. Uma semana depois estavam na Holanda.
Era primavera em Amsterdã, a cidade era linda. Tulipas para todo os lados, cores diversas. Um povo muito bonito. Didi ficou maravilhada com a terra.
Carlão, pelo seu físico privilegiado, seu tipo carioca e divertido, logo conquistou os companheiros de clube, se bem que para demonstrar o seu futebol ele estava com um pouco de dificuldades, os europeus marcavam muito em cima, não davam espaço, e Carlão estava tendo problemas para fazer gols, que era a sua especialidade e a finalidade da sua contratação pelo Clube.

Quanto a Didi, deu sorte, no primeiro dia. Conheceu um holandês em uma Feira de Artesanatos e passou a encontrar-se com ele todas as tardes.
Como não podia deixar de acontecer, ele a levou para o seu apartamento, em um notável edifício da cidade e fizeram amor.
Ele chamava-se Frederico, Fred para os mais íntimos. Didi mostrou para o gringo o que a mulata tem, e ele ficou apaixonado, quando ele viu aquela estatua negra nua, ficou de boca aberta, e para não entrar mosquitos, a negra Didi, botou logo a sua teta em sua boca.
Rolou tudo logo no primeiro dia, anal, lingual, lateral, chupeta, e a Didi mostrou que era a tal. Alem, desses atributos todos, a Didi era muito simpática, ria por um qualquer coisa, uns dentes bonitos, sadios, era tudo o que faltava para fazer o Frederico feliz. Na verdade, como macho, Frederico tinha deixado a desejar, apesar de bonitão, ele não tinha o impeto do Carlão, quando fazia amor. Era um tanto distante, não vibrava, não falava sacanagem, e se falava algo indecente era em portunhol a língua que os dois conversavam.

 
Didi percebeu que o gringo tinha um pouco de receio de andar pela cidade com ela, talvez por pensar que ela era casada, com o jogador de futebol que estava para ser contratado pelo clube holandês. Mas, ao mesmo tempo, o gringo ficava mais tesudo ainda, ao saber que aquela mulheraça, estava traindo o marido com ele, e isso deixava o Fred maluco de tesão.
Passados mais alguns dias, as coisas para o Carlão começaram a melhorar, já mais adaptado ao estilo de jogo europeu, melhor fisicamente, aos coisas começaram a ir melhorando…Já tinha feito três gols nos treinos.
O time dele tinha um amistoso marcado para o próximo domingo e ele ia jogar. Estava escalado. Seria uma espécie de prova final. Didi naquela semana recebeu um convite do Fred para ficar na Holanda, para morar com ele.
Naquela noite, sentados na grande sala do apartamento que o Clube tinha posto a disposição do Carlão, eles botaram as cartas na mesa.
Tudo dependia do amistoso que seria jogado daí a dois dias, caso Carlão tivesse uma boa atuação ele seria contratado e ficaria na Holanda.
Didi, caso Carlão desse a sorte de ficar na Holanda, poderia encontrá-lo uma vez ou outra, poderiam ser bons amigos e talvez sabe como é…Uma trepadinha de vez em quando. Na verdade ela resolveu ir morar com o gringo.
Carlão e Didi achavam que as coisas estavam correndo bem, os planos deles estavam se realizando e acontecendo de uma forma melhor do que eles esperavam. Mas, sempre existirá um, mas…
Os dois não estavam felizes, Carlão sentia-se enciumado pela relação da Didi com o gringo, coisa que no Rio de Janeiro não acontecia. Ele achava que era porque no Rio ele tinha outras mulheres, outras Didis…
Didi por sua vez fazia amor com o gringo maquinalmente, nos primeiros dias caprichou nas trepadas apenas para envolver o Frederico, se ela fosse comparar homem a homem, Carlão dava de dez a zero no gringo, e o sem vergonha do Carlão era um baita homem gostoso. Ela gostava e muito de dar para aquele filho da puta.
Nessa noite eles combinaram de fazer amor, tanto que ela nem fora se encontrar com o gringo, disse estar indisposta, apenas para ficar inteirinha para o Carlão.
Foi uma noite daquelas, Carlão com seus vinte centímetros de pênis, grosso e com uma baita cabeça, preencheu todos os vazios que ela tinha na sua gruta de amor, e depois quando se virou de quatro para o jogador, as lagrimas que caiam dos seus olhos não eram de dor. Ela descobriu que não era apenas uma trepada gostosa que ela queria do Carlão, ela na verdade queria aquele homem para ela, para sempre.
Parece mentira, foi naquela noite que ambos descobriram que tinham nascido um para o outro.
Ainda não era meio dia, quando eles chegaram no Aeroporto. O vôo para o Rio com escala em Portugal sairia daí a alguns minutos.
Até hoje, alguns diretores e torcedores do time holandês dizem, que, se o centro avante Carlão tivesse ficado na Holanda, eles teriam ganhado o campeonato, mas, fazer o que? Eles ficaram sabendo que o jogador tinha ido embora às pressas por motivos particulares. Talvez uma doença em família, quem sabe?
Já no Rio de Janeiro, Carlão e Didi, casaram-se na igreja da Penha. E foram morar no apê da Didi.
AH! Tempos depois o Carlão foi contratado por um grande time do interior de S.Paulo, mudou para uma bela cidade interiorana paulista. Fez gols pra xuxu no Campeonato Paulista. E eles pretendem ficarem felizes pra sempre vivendo aonde atualmente estão.

Mas…em portunhol? Ficar excitada? Que dureza, hem? Mas, fazer o que?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aniversário sacana

A irmã da minha mulher completou a maioridade e foi comemorar o aniversário que caia em um sábado no Barzinho, uma bem montada lanchonete com musica ao vivo, onde a sua turma da Faculdade freqüentava..
Eu não pude ir porque tinha um plantão e precisava trabalhar, na verdade eu ia pagar um plantão que um colega tinha tirado pra mim. Mais um motivo para não faltar ao serviço.
A minha mulher, a mãe ela e o meu caçulinha foram para a Igreja em Campinas e no domingo ficariam na casa da minha irmão que mora lá.. Eu cheguei umas quatro , quase cinco horas da manhã. Deitei na cama cansado como estava e dormi imediatamente. O sono estava me envolvendo quando um barulho na campainha me acordou de uma vez, a principio eu pensei que fosse o telefone, mas, depois, mais despertado não tive duvidas que era na porta da frente da casa que estavam tocando a maldita campainha.
Fui atender, sabe como é? A familia estava viajando…Era a minha mulher quem estava dirigindo…Preocupado eu fui atender…
Assim que abri a porta eu reconheci o Palio da minha cunhada Lia, irmão da minha mulher.Fui abrir a porta do carro mesmo estando de cueca samba canção, deveriam ser umas seis horas da manhã de um lindo domingo, deveriam estar todos os vizinhos dormindo. Abri a porta do carro e a Lia quase caiu do carro eu amparei-a com os meus braços.
-Oi cunhado, tem uma vaga para uma hospede defogo?
–De fogo? Voce esta trebada…
Puto da vida, amparei ela entrando dentro de casa. Deitei ela na poltrona grande da sala de visitas, sai pra fora novamente e coloquei o Palio dela na minha garagem. Voltei pra dentro de casa. A minha cunhada, caçula da familia, estava completando dezoito anos e toda estirada na minha poltrona da sala estava com o vestido vermelho no pescoço e com as pernas escancaradas.
Diga-se de passagem que belas pernas, mas, isso era uma virtude de familia, porque a minha mulher e até a jararaca da minha sogra que tinha mais de sessenta anos, tinham pernas muito bonitas. A calcinha preta da Lia dava um charme todo especial nela por causa da posição que ela estava.
Eu olhei bastante. Olhei mesmo. Eu gosto da fruta. Alias, eu cobiçava essa cunhadinha desde que ela tinha dezesseis anos…
Bem, ela dormia a sono solto, estava muito calor e eu não a cobri com nenhuma coberta. Deixei ela la curtindo a ressaca dela e fui me deitar. Dormi até as 14 horas da tarde. Lembrei da cunhada, fui ve-la. Estava no mesmo lugar, porem, agora estava pelada, nua em pelo. Uma toalha de banho cobria a sua linda xoxota pela metade, dava para ver que estava raspadinha e os seios, lindos e turgidos estavam a mostra. A roupa que ela estivera usando estava dobrada em uma outra poltrona. Presumi que ela acordou depois de um breve sono e foi ao banheiro fazer alguma necessidade fisiologica, aproveitou e tomou um belo banho.
 Aproximei-me ainda mais e percebi que ela abriu mais as pernas e depois fingiu um bocejo. Ela estava pronta para um papai e mamãe. Olha! Eu não sou nenhum santinho e tem hora que a cabeça de baixo fica no comando das ações e essa foi uma dessas horas. Ajoelhei-me no chão, coloquei uma almofada para ficar confortavel e passei a lamber aquela vulva maravilhosa. Parecia ate que estava inchada, tamanha era a testa da garota que estava completando a maioridade.
A minha lingua canalha e experiente logo achou o grelinho da garota e comecei a deliciosa tarefa de deixa-la excitada. Não foi dificil faze-lo. Ela deixou de fingir que dormia e passou para a franca ação. Começou a puxar os meus cabelos e levar minha cabeça cada vez para mais dentro das suas pernas. Ela esfregava minha cara e a minha lingua desesperadamente na sua xoxota. Um desespero total.
Eu acelerei mais as minha investidas linguais e a medida que ela gemia eu a ia colocando de costas na poltrona. Quando ela ficou totalmente de quatro, eu sem delicadeza alguma, penetrei aquela gruta jovem e molhada. Fiz do meu pinto um martelo e soquei, soquei, e soquei nela. Ela gemia e gemia e pedia mais…
Consegui segurar o gozo por mais alguns segundos e depois me entreguei de corpo e alma. Gozamos juntos. Que delicia…Dei um longo suspiro, ela tambem deu outro e caimos durinhos um pra cada lado da poltrona. Exaustos.
Umas duas horas depois, já refeitos, acordamos e ela sem dizer uma palavra foi até o banheiro e ouvi o chuveiro ser aberto. Ela tomou uma ducha, saiu e eu entrei no chuveiro. Tudo isso sem dizermos um ao outro uma única palavra. Sai do banheiro vestindo uma camiseta e um moletom que sempre a minha mulher deixa la dentro. Senti um delicioso cheiro de café. Sentei na banqueta que estava junto a mesa e tomei uma xicara de café bem quente e forte.
Ouvi um barulho de motor de carro e fui ate a garagem. Ela já estava saindo de ré e manobrava para sair de frente para a rua.-Já vai Lia? Pensei que ia almoçar comigo..—Não dá cunhado fica para uma proxima vez…Que tal no meu proximo aniversario?
–Sera um prazer Lia…
–Olha, foi maravilhoso, foi um grande presente de aniversario. Muito obrigada.
–Não tem de que, o prazer foi todo meu.
–AH, cunhado, pra todos os efeitos eu nunca estive aqui certo?
–Certo! Juro que nem te vi…
                                                                       By   Luc Ramos
 
 
 
 

Vodca, carambola e sexo…

Eu a conheci em uma loja onde vendiam periféricos para computador, ela era uma mulher ruiva de uns 50 anos, muito bonita e com um corpo bastante firme, apesar da idade, eu logo percebi que ela era evangélica, por causa do cabelo comprido e da saia rodada preta, estava vestida com muita discrição. Percebi quando ela me olhou, ao entrar na loja que tinha gostado de mim.

Sou um homem acostumado com esses olhares, porque, além de ser um homem simpático, me perdoem a falsa modéstia, tenho um olhar bastante acafajestado, em meus olhos esverdeados.

Dai em diante enquanto os funcionários da Loja providenciavam o que eu tinha ido comprar e ela estava ainda fazendo o seu pedido, nós começamos a conversar e fiquei sabendo que ela morava sozinha e era minha vizinha, bem quase vizinha, dois quarteirões nos separavam, disse para ela que compunha musicas e ela perguntou se eu tinha alguma musica gospel gravada.

Não!Gravada ainda não, mas, tinha varias letras para serem musicadas em ritmo de gospel, então, combinamos que ela no sábado iria à minha casa para pegar as letras e levá-las para um amigo que compunha e tocava piano.

Marcamos para o próximo sábado, nos despedimos formalmente e como o meu problema na loja era mais fácil de ser resolvido eu fui embora primeiro do que ela.

No sábado eu estava tomando uma caipirinha em casa, ouvindo no computador Frank Sinatra e lavando louças, haja vista que eu moro sozinho e sou separado ha anos…

Tenho uma namorada que mora na praia e assim que tenho uma folga, desço a Serra e vou vê-la, e principalmente fazer sexo….

Bem! o meu interfone tocou e o porteiro disse que dona Tereza estava na portaria e queria falar comigo.

Dona Tereza? Ha, a mulher que eu conheci na loja de informática.legal! Manda subir…

Quando abri a porta fiquei até meio gago, ela estava maravilhosa, ela era na verdade uma mulher muito bonita!

Ofereci para ela o meu melhor sorriso, pedi que entrasse, levei-a para a minha sala começamos a conversar…

Sim! eu tinha separado as letras e mostrei para ela, assim que as leu, eram seis, ela disse ter gostado muito, que eu escrevia muito bem, e que as letras musicadas ficariam ótimas. Posso dizer que ela gostou mesmo!

Como eu estava cozinhando um bife a role, pedi licença para ir a cozinha, mas, antes aproveitei que o meu computador estava ligado e entrei em uma pasta onde guardo vários poemas que escrevo e falei para ela ir olhando enquanto eu terminava o almoço.

Cortei legumes, bolei um tempero meio louco, tudo para incrementar a carne de panela, fiz uma outra caipirinha de vodka com carambola fatiada e socada sem coar, à medida que a gente vai bebendo, come uns pedaços da fruta, eu acho isso uma delicia…

Quando voltei para a sala, Tereza, estava absorta olhando um vídeo clipe que eu tenho de sacanagem, por sinal quando estou meio carente eu o assisto varias vezes, a heroína do clipe lia um poema para 3 alunos, que enquanto ela recitava o texto, eles iam tirando a sua roupa e dai rola uma suruba danada, o vídeo tem som e a dona Tereza, estava extasiada assistindo tudo aquilo e ouvindo os gemidos da protagonista…

Não sei o que me encorajou a tomar a iniciativa que tive, mas, num repente..

Dei para ela o copo de caipirinha e ela tomou logo um gole estilo cawboy, um trago homérico.Eu parti para o "tudo ou nada" encostei o meu pênis que já estava começando a ficar duro, entre o braço esquerdo e o seio dela…ela sentiu, olhou-me com um olhar estranho e encostou-se mais em mim…eu estava com uma calça de moletom, e agora que o meu pênis estava em ponto de bala, o tecido mostrava toda a pujança do meu instrumento sexual.

Ela, a dona Tereza, pegou da minha mão o copo de caipirinha e tomou mais uma grande talagada, ajoelhou-se no tapete e mordiscou o meu pênis por cima do moletom, Ha…ta brincando…Como isso é gostoso.

Saquei para fora o dito cujo, e ela abocanhou o meu pinto de uma forma que nunca havia acontecido comigo…ela era especializada no assunto, ela tinha uma garganta poderosa, profunda, engoliu tudo e ainda passava a língua em torno dele dentro da sua maravilhosa boca…

Eu disse para ela:- -Vai meu amor, vai tirando a roupa, sem tirar o pau da boca…vai, bem devagarzinho, eu te ajudo…ela assim fez…foi tirando…primeiro a blusa, depois o sutiam, meu Deus, que seios bonitos e fartos…A saia eu nem esperei ela tirar, dei um puxão e com ela veio junto à calcinha, que por sinal era bem moderna, desse tipo fio dental.

Enquanto isso, ela sorvia as gotas de esperma que já saiam do meu pênis.

Eu pedi para ela ficar de quatro na poltrona que ali estava.

Credo! que bunda maravilhosa…eu vendo tudo aquilo aberto na minha frente, não tive alternativa…penetrei aquela vagina linda e cabeluda, apesar de gostar de xana raspadinha, aqueles cabelos não foram empecilhos para refrear o tesão que eu estava sentindo…

Meti o pau nela, ela começou a gemer e pedir:-Come amor, come essa puta…come

a sua puta…vamos…força…fode…vamos…me arromba…

Descrever como aquela mulher estava excitada chega a ser impossível, a vagina dela parecia um vulcão de tão quente, os palavrões que ela falava, não condizia com a flegma e a classe que ela ostentava, que ela mostrava fora daquela situação.

Pensei comigo, essa é a perfeita dama, na sociedade e uma puta na cama, que bom!

A minha maior surpresa ainda estava por vir, quando, depois de socar nela o pau à vontade eu comecei a molhar o meu dedo e brincar no seu cuzinho, percebi que ela era muito apertada. então perguntei:-Amor, você nunca deu o cuzinho?

-Não, nunca…Ela me respondeu. Quase tive um enfarte, que delicia…

Tentei, tentei mais uma vez, mas, estava difícil, eu sem ter um gel na mão não ia conseguir, a cabeça do meu pinto estava parecendo um tomate, aquilo assim, na primeira vez não ia entrar de forma alguma, entraria sim, mas, eu nunca mais ia poder comer outra vez,

resolvi resolver aquele problema uma outra hora, uma outra vez…Agora eu ia me satisfazendo com o que ela me dava.

Deitei ela no sofá e beijei aquela boca que tinha o meu cheiro, e o meu esperma…

Que se dane! tomei outro gole de caipirinha e dei para ela mais um trago…

Agora eu estava comendo ela no espeto, tipo frango assado…Que maravilha, ela gemia e me excitava mais ainda e, eu metia-lhe o pau, nossa, eu estava com o cacete pegando fogo…ai ela começou a gritar…

-Meu Amor, eu vou gozar…meu amor bate em mim, eu vou gozar…bate meu amor…bate…

Eu, por cima dela, virei um pouco o corpo e com a mão direita comecei a dar uns tabefes na sua bunda, que ficou toda vermelha no ato, e ela pedia mais..Bate..bate..bate…que eu vou gozar…eu vou go..za…aaar…

Minha nossa, eu estava suando em bicas, ela toda descabelada…com as pernas abertas e cheias de esperma…eu tinha gozado junto e ela na verdade parecia uma outra pessoa, estava transfigurada, nem sombra daquela austera senhora que entrou em meu apartamento minutos antes.

Bem, depois disso, ele voltou todos os sábados dos meses seguintes…até que um sábado, depois de eu esperá-la até o anoitecer, ela não veio, mas, deixou na portaria do meu prédio um bilhete…

Amor…Fui convidada para ser Obreira na minha Igreja, no Rio de Janeiro, vou para lá, e quero que saiba, que você será a maior saudade que terei de São Paulo, não esqueça que você deixou algo para ser feito…ou melhor, para ser comido e penetrado… Beijos, Tereza.

By Luc Ramos