FINALISTA DO INTERNATIONAL PRESS AWARDS NO JAPÃO

Simplimigos, sou um dos cinco finalistas, na categoria Destaque Literário, ao Brazilian International Press Awards no Japão: – o maior prêmio da Comunidade Brasileira residente no exterior (Inglaterra, E.U.A. e Japão); patrocinado por empresas como Rede Globo, TAM e as Embaixadas Brasileiras.

http://www.pressaward.com/japao/
 

Agradeço a Deus, a vocês, meus amigos e familiares, que me levaram a realizar um sonho pelo qual tanto tenho lutado, em vinte anos de caminhadas literárias. Amigos têm me apoiado e divulgado muito desde que tive conhecimento da notícia:

http://www.editoramultifoco.com.br/tresporquatro/?p=747

Obrigado, realmente. Deus abençoe a todos!
Edweine Loureiro
 

A BÍBLIA DEMON’S [TRADA] -Versão do Diretor

 As Condições Que Jacu Impôs Para Acreditar e Aceitar Javé Como Seu Deus e Onde Também Estipulou o Salário Que Pagaria a Javé Por Serviços Prestados.

 
1.     Se Deus estiver comigo e me proteger no caminho por onde eu for, se me der pão para comer e roupas para vestir, se eu voltar com saúde e a salvo para a casa do meu pai, então Javé será o meu Deus. E esta pedra que ergui como monolito será uma casa de Deus, e eu darei a Ele a décima parte de tudo o que Ele me der.
 
 
 
 
E Jacu viu que suas condições eram muito boas, pois só saia no lucro e procurou Javé pra ver se ele assinaria um contrato ou uma nota promissória, mas não o tendo encontrado considerou o acordo feito e seguiu viagem.
Jacu então desapareceu para que seu irmão não lhe botasse as mãos em cima. Foi para a casa do seu tio Lambão. Como este tinha duas filhas, Jacu propôs trabalhar pra ele por sete anos para que Lambão lhe desse a filha mais velha, que era a mais bonita, em casamento.
Serviu Jacu à Lambão pelos sete anos, ao final dos quais, Jacu reivindicou sua esposa. Lambão, no entanto, fez um serviço realmente lambão. Depois da festa de casamento, como estava escuro, introduziu a sua outra filha na tenda de Jacu e este a conheceu de todas as maneiras possíveis e imagináveis, mas só não conheceu que não era a filha pela qual ele havia trabalhado sete anos.
Quando amanheceu e ele percebeu a falcatrua, reclamou para Lambão que lhe respondeu que por aquelas bandas dali o costume era que a mais nova casasse antes da mais velha e que se ele trabalhasse mais sete anos ele lhe daria a outra também.
 
 
 
1.     Toma no cu, meu!
2.     Aproveitador e mentiroso miserável,
3.     Além de comercializar as filhas ainda não cumpre a palavra!
4.     É pegar ou largar. Dizia Lambão.
 
 
A vontade de Jacu foi o mandar às favas, mas vendo passar a gostosa da outra filha acabou concordando. Passaram, no entanto, mais sete anos e Jacu finalmente conseguiu lavar a égua com a outra filha. Depois disso seguiu a putaria comum ao livro: a filha mais velha [que Jacu queria antes], não conseguia lhe dar filhos, enquanto a outra já tinha tido filhos com Jacu. Aí aquela primeira, com inveja, pediu para que o marido transasse com a sua criada, pra ela ficar com o filho que esta lhe gerasse, ao que Jacu prontamente atendeu, pois não lhe seria grande sacrifício provar mais uma frutinha da que tanto gostava. Mas como, então, esta serva acabou dando a luz, a outra esposa mais nova quis passar na frente da irmã e também pediu pra que Jacu fizesse um esforço e fizesse sexo também com a sua serva. Assim iam as irmãs competindo pra ver quem tinha mais filhos, enquanto Jacu ia se deliciando com a variedade de frutinhas libidinosas sem se preocupar com a monogamia, pois esta não estava em voga por aqueles dias do povo santo. Em resumo, Jacu chegou junto da mais nova de suas esposas de novo e outra vez ela concebeu. E depois de novo ele chegou o reio e ela deu a luz mais uma vez inteirando seis filhos. A mais velha, com raiva, tomou Jacu e o fez trepar muito com ela até ela empatar com a irmã. Então, não agüentando mais ele deu um basta:
 
1.     Parem! Já ta passando dos limites! Não agüento mais, já comi uma plantação inteira de amendoim pra dar conta de vocês e das servas que quando vocês não estão por perto ficam me pedindo pra deitar com elas também.
 
Mas no frigir dos ovos [ovos do Jacu], foi se criando uma descendência muito grande como Javé tinha prometido e dentre todos o que será mais importante para a continuação da história será o Zé, que ficará conhecido como “Zé do Egito”.
 
Jacu queria ir embora e exigia que Lambão lhe entregasse as suas mulheres, filhos, servas, e também um pagamento, pois ele tinha trabalhado pra burro aqueles anos todos e só tinha ganhado as mulheres pelo serviço, e Lambão que antes possuía posses modestas. Hoje era um homem rico devido ao trabalho do genro. Lambão perguntou:
 
 
1.     O que você quer de pagamento?
2.     Eu tenho mais umas mulheres ai, e…
3.     Não, não, não… Nem pensar… Quer me matar meu, e ainda me levar à falência? Eu já não tenho porra nenhuma [nem no sentido literal, nem no figurado] e fica me enchendo de mulher que só sabe pedir as coisas e colocar filho no mundo, nada disso.
4.     Então o que quer?
5.     Vamos fazer o seguinte. Eu fico ainda alguns dias aqui pastoreando o seu rebanho, aí você separa todo animal negro entre os cordeiros e os que são malhados ou pintados entre as cabras. Quando derem cria os que não forem pintados ou malhados não serão meus, mas os que forem pintados ou malhados serão meus.
  1. Combinado. [disse rindo pra si mesmo Lambão, pois sabia que as crias seriam quase sempre sem manchas, pois que no seu rebanho quase não havia animais manchados].

HAPPY FAMILY

A casa perfeita da família feliz recebia, de dois em dois anos, uma demão de tinta na parte externa e nos madeiramentos. A cada seis meses, dedetização e limpeza da caixa d’água. De 45 em 45 dias, o jardineiro para aparar a grama. Diariamente, a perua escolar e suas duas buzinadinhas regulamentares para buscar filhinho e filhinha.

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A BÍBLIA DEMON’S [TRADA] -Versão do Diretor

 

FORA DA ARCA
 
 
E eis que se passaram todos os dias e todas as noites que Deus havia determinado para que chovesse sobre a terra, e que NÃOé, sua família e os animais permanecessem na Arca. E tendo saído todos os tripulantes, NÃOé pegou animais puros e os ofereceu ao Senhor em holocausto, pois sabia que o Deus de seus ancestrais se agradava de um cheirinho de churrasco. E dizia:
 
             
1.     Faço esta oferenda Senhor Deus, pois provastes mais uma vez que tu és o maior de todos os deuses, pois maior prodígio que nos salvar do dilúvio foi nos fazer agüentar lá dentro daquela joça, todo este tempo sem que morrêssemos de peste, tal era a imundície que ali se concentrava!
 
 
 
 
E dizendo isso NÃOé e toda a sua família caiu de joelhos para agradecer ao Senhor. E tendo NÃOé plantado uma vinha, assim que esta deu frutos ele fez deles o vinho, tomou um porre daqueles e ficou pelado na sua tenda. Então um de seus filhos CAN (web) [assim chamado porque já se sabia de antemão que ele divulgaria a nudez do seu pai, e por isso é considerado hoje aquele em que se inspirou o inventor das WebCAM’s, que são pródigas em mostrar corpos nus na internet], pois CAN (web), ao ver seu pai nu (de forma absolutamente acidental), cai em desgraça, pois seus irmãos pouco dados ao voyeurismo, e muito chegados à delação (como bons descendentes de Andão, que havia delatado Evasiva por lhe dar para comer a fruta proibida), logo o deduraram para o velho, enquanto cobriam a sua nudez. NÃOé então, amaldiçoa o seu filho CAN (web), que, por azar, estava no lugar errado na hora errada. Mas certamente a culpa é mesmo de CAN (web) e não de NÃOé, que assim que se viu fora da Arca e em terra firme, não pensou em nada melhor para fazer do que encher a cara.

A BÍBLIA DEMON’S [TRADA] -Versão do Diretor

 

O DIÁLOGO ENTRE CAINDO E ABELHUDO
 

 

 

 
  1. Caindo!
  2. O que é?
  3. Já reparou que o seu trabalho é bem mais penoso do que o meu?
  4. Já.
  5. Acho que nosso pai, Andão, se agrada mais de mim do que de ti.
  6. Humm, e daí?
  7. Ah, sei lá, sabe, é bom ser o predileto, dá uma sensação gostosa. Você não gostaria de ser o predileto só por um dia, ou por… Digamos, uma semana? Que tal!?
  8. Não me interessa.
  9. Também eu não ia deixar! Ih, ih, ih, seu idiota. E olha lá viu, vê se capina direitinho aí, e é bom que esta plantação de bons frutos, bons legumes e verduras, para que eu tenha bastante comida boa e variada lá em casa, você sabe que a mamãe gosta que eu me alimente muito bem, e uma alimentação balanceada é bom pra minha pele [examinando os braços virando-os de um lado para o outro], não quero que ela fique ressecada.
 
 
De vez em quando Abelhudo se levantava e chamava alguma ovelhinha, que estava se desviando do bando, para fazê-la retornar para perto das outras.
 
 
  1. Psiu, psiu, amorzinha, não, não, volta pra lá, volta já! Aí, aí, estou pensando em pedir pra alguém treinar um cachorro pra me ajudar a pastorear estas ovelhas, isso é tão cansativo, tão trabalhoso! [dizia bocejando e espreguiçando].
  2. É faça isso.
  3. Caindo!
  4. O que é agora Abelhudo? [perguntava seu irmão, limpando o rapidamente o suor que lhe escorria pelas faces, para logo em seguida retornar ao trabalho em ritmo acelerado].
  5. Você se lembra daquelas nossas oferendas que fizemos um dia destes para o Deus de nossos pais? Aquele deus que ele nos ensina a adorar, respeitar e amar, sem ao menos o conhecermos, para que Ele não se desagrade de nós, e, então, possamos um dia ir morar lá naquele paraíso que ele nos disse que este deus o expulsou de lá por culpa da mamãe?
  6.  Sei, sei. Mas escuta uma coisa, Abelhudo. Você não quer ir ali brincar com as suas ovelhinhas, não hem? Vai lá, vai!
  7. Daqui a pouco eu vou, espera aí. Mas como eu ia dizendo Caindo, eu soube pelo papai que pelo que ele conhece do Deus dele, Ele nem deu bola para aquela tua ofertazinha mixuruca de “ortifrutis”, pois do que ele gosta mesmo e de carne! Então, maninho, mais uma vez eu me dei bem, porque eu sacrifiquei pra ele um cordeirinho novinho e tenro! E você, como sempre, se deu mal! Você não acerta uma mesmo, hem? Ih, ih, ih, ih, ih!
 
E continuando a gargalhar de maneira insolente, levantou-se virando as costas para o irmão para se retirar da sua presença. Caindo, então, não podendo mais suportar, perdeu o controle e gritou:
 
  1.  Ah é? Não acerto uma, né?! Que tal esta!
 
E antes que Abelhudo pudesse se virar, Caindo deu lhe uma enxadada com todas as forças que pode ajuntar, e o matou.
 
 

Depois do Grenal e do Grand Prix de Vôlei

    O Gre-Nal já terminou. Findou e foi confirmada a teoria: quem ganha na véspera, perde no dia certo. E na vida, será que isso também vale?

    A vitória traz o relaxamento. Quando se passa pelo pior desafio a tendência é transformar qualquer outro em menor. Assim ocorreu com as meninas do Brasil, campeãs olímpicas e vice-campeãs mundiais. Imaginavam que o pior desafio seria a campeã mundial: Rússia. Venceram para enfrentar na final uma equipe que haviam vencido com facilidade durante a competição. Invictas, entraram em quadra e perderam por 3 sets a 0. Uma lavada, um chocolate, uma aula de concentração e perserverança. Coisa, aliás, que os norte americanos são especialistas.

    No Gre-Nal deste domingo, foi parecido. No entanto, foi um pouco diferente. O Internacional estava desfalcado e vinha de um título importante. Relaxado e com o dever do ano cumprido. Assim, a garra do Grêmio superou a qualidade técnica do Inter. No final, o resultado fez jus ao melhor time nessa partida.

    O Internacional talvez passe o resto do ano comemorando a Recopa e não há como fazer previsões agora. Podem vender jogadores e alguns podem se poupar para a janela de transferências do fim do ano.

    O Grêmio, por sua vez, terá um final de temporada difícil, mas deve conseguir ficar entre os 10 do Campeonato Brasileiro sem muitas dificuldades. Qualquer coisa mais, será outro milagre do Imortal Tricolor.

    Por fim, temos a nossa vida para avaliar as relações. Quando se tem uma vitória ela significa apenas uma responsabilidade nova. Um novo patamar foi alcançado e para mantê-lo é preciso mais trabalho, mais humildade e muito mais empenho para galgar novos patamares, ainda mais altos. 

A BÍBLIA DEMON’S [TRADA] -Versão do Diretor

 

E DEUS CRIOU A MULHER
 
 
No jardim. Deus, Andão e a Mulher.
 
Vê-se a mulher deitada, nua, bem perto de Andão, que contorna suas curvas com movimentos das mãos, porém sem a tocar, visivelmente extasiado com o que via.
 
 
Quando Andão acordou do sono que o senhor seu Deus o havia feito
Dormir e viu pela primeira vez, acordado, uma mulher de pertinho, de forma que a poderia tocar com suas mãos, e ao saber que Deus a havia feito de uma costela sua, não podendo conter a sua emoção, prostrou-se com os joelhos na terra e bradou:
 
 
1.     Verdadeiramente tu és Deus entre os deuses e nenhum outro deus se iguala a ti em sabedoria, engenho e arte, pois fazer uma maravilha destas de uma costela e ainda por cima quebrada, Pelamordedeus veio, tu é largo mesmo, hem!?
 
                           
Andão então, esticando o braço tocou pela primeira vez no corpo da mulher e viu que isso era muito bom.
     
1.     Aí está Andão, a mulher que eu havia lhe prometido, para que ela seja tua companheira. Tu a chamarás EVASIVA, uma vez que jamais poderás determinar de fato o que ela realmente deseja, ou qual é verdadeiramente a sua vontade; e quando pareceres a ti que a agradas e faz justamente o que ela esperava que tu fizesses, perceberás que na realidade é o contrário do que imaginavas. E o que pensavas ser certo é o que era errado. Todavia mudando tu de atitude, e então te julgares tranqüilo e que enfim estás agradando a tua mulher por estar fazendo justamente o oposto do que antes fazias e não a agradavas; mais uma vez perceberás que estás errado, e que o que de fato ela desejava, era que não fizesses o que vinhas fazendo até então (o que a esta altura tu já não te lembrarás mais o que era), mas que fizesse aquilo que tu inocentemente julgavas estar praticando desde o princípio, mas segundo ela, tu não estavas e brigará com você e azucrinará sua cabeça, até que desejes que eu não a tivesse feito para ti, embora tu doravante não possa viver sem ela.
2.     Puxa, mas que criatura complicada, né?
3.     Andão e Evasiva, eis que vos coloco…
4.     Senhor.
5.     Eis que vos coloco diante deste… 
6.     Ôo, sennhoor!
7.     Que é Andão, que droga, não pára de interromper!
8.     Perdão senhor, mas é que se o senhor vai começar um sermão agora, será que não dá pra deixar pra outra hora não? É que eu tava afim de primeiro dar uma chegadinha com a Evasiva ali onde a relva é mais alta. Sabe como é, né? Não é de hoje que to na seca, só no cinco contra um, me entende? (gesticulando).
9.     Cala a boca Andão. Não acabei ainda, e se tens ouvidos para ouvir ouça!
10.                       Ta, bom, ta bom…
11.                       Como eu ia dizendo, coloquei diante de vós este jardim, e de tudo que tem nele ou nele vive ou nasce vocês podem provar ou governar, porém…
12.                       Sempre tem um porém [Andão para si mesmo baixinho].
13.                       Porém, nunca, nunca comam dos frutos daquela árvore ali.
14.                       Qual? A macieira?
15.                       Sei lá o nome dela, aquela ali, ó, perto daquelas duas pequeninas e daquela pedra ali.
16.                       Ah, aquela ali com o tronco mais grosso e que todas as outras e que fica bem no meio do jardim?
17.                       É Andão, esta mesma. Pois dela não comereis, entendeu? Aliás dela não é bom nem que vocês se aproximem.
18.                       É uma bela árvore não é senhor?
19.                       Pois é, é bonita sim, mas vocês entenderam então não é? Dela não podem comer, viu? Podem comer de todas as outras, são donos de tudo que existe neste Jardim!
20.                       Depois do senhor, né?
21.                       Não, eu não quero jardim nenhum, fiz para vocês, eu não preciso de jardim. Vocês mandam em tudo por aqui, são donos de tudo!
22.                       Bem, menos daquela árvore, né? Dela não somos dono.
23.                       São donos dela também.
24.                       Mas se somos donos dela, porque não podemos comer do seu fruto?
25.                       Andão, isso é muito complicado pra te falar agora. Você não estava com pressa de ir lá pra relva alta com a Evasiva? Vai lá, vai!
26.                       Bem lembrado senhor! Podemos ir agora?
27.                       Se entenderem que não podem comer daquela árvore.
28.                       A macieira?
29.                       É, é aquela ali, mas que saco!
30.                       Credo, senhor [disse Evasiva] por acaso são os frutos dela venenosos?
31.                       Andão, disse Deus, deves instruir tua esposa que o homem é o senhor da mulher, e que esta lhe deve ser obediente, e que não lhe é permitido falar em público.
32.                       Escutou, né, Evasiva?
33.                       Mas não tem ninguém aqui a não ser nós três.
34.                       Você ouviu o homem, Evasiva, eu é que mando, deixa de conversa e vamos logo para a relva alta!
35.                       O que está dito, dito está, e lhes digo que nem uma vírgula mudará nestas palavras. Fiquem espertos e lembrem-se que o senhor teu Deus avisou pra não comerdes da árvore, pois se o fizeres, certamente morrerão! Morrerão viu?
 
 
 
E dizendo isso, afastou-se Deus dos olhos de Andão e Evasiva. Andão, então, piscando para Evasiva (da maneira que aprendera com as mulheres no sonho do paraíso muçulmano), e pegando a pela mão a conduziu em direção àquela parte do jardim onde a relva crescia bem mais alta e abundante. Houve tarde, noite, manhã, tarde de novo, outra vez noite, e mais uma tarde e ainda outra noite, e mais uma manhã, tarde e noite, e mais outro dia inteirinho com sua respectiva noite, e os dois ainda não haviam retornado do mato.