Simplicíssimo

Lógica

Leituras recomendadas:

– O Manifesto Transdisciplinar – Basarab Nicolesku
– Aristóteles – Terceiro Excluído
– Mil Platôs
– Teoria dos Sistemas
– Autopoiese

 
Existe apenas um A é que é igual a A, aquele A, naquele espaço e tempo. Ou seja, A ≠ A. Para cada A ≠ A existe ~A ≠ ~A que muda conforme a mudança de A e é mudado conforme A e que torna A semelhante a A e ~A semelhante a ~A. Para cada A e ~A existe um terceiro incluído “C” que muda conforme as mudanças em A e ~A. Desta forma, para uma mudança rizomática é necessário uma mudança imediata em A que gere um colapso em ~A, transformando “C” em D.
 
Formas óbvias para colapsar:
 
  1. Exagero
  2. Desaparecimento
  3. Excesso de energia
  4. Unificação de comportamento do sistema, com todos os organismos com as mesmas funções e comportamentos
  5. Não substituição das peças dos sistemas não-naturais.
Bom, se você leu até aqui deve estar pensando: “Um homem nunca atravessa o mesmo rio, afinal de contas não é o mesmo homem, nem o mesmo rio.” Isso, mais ou menos isso: “Um homem mudado, atravessa o rio mudado, então o novo homem atravessa o novo rio.” Desta forma, não existe mudança nas relações entre o homem e o rio desta forma: é o homem atravessando o rio. Então, para que haja a mudança, é necessário que o homem mude muito em relação às mudanças do rio ou vive-versa, daí então poderemos colapsar o sistema.
Exemplos de mudança:
 
  1. O homem atravessa o rio, de canoa;
  2. O homem atual sobre a natureza que permite que uma forma de vida igual a ele sobreviva;
  3. O homem atual sobre sua própria forma de vida, o transformando, cada vez mais, em ser inábil para viver na natureza.
Mudanças que talvez não sejam as melhores para ilustrar este texto, porém, podem servir como base para pensar como podemos mudar a sociedade. Ah! Sem armas, por favor!

Pedro Armando Furtado Volkmann

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