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Uma mulher na presidência

“Já registro, portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.” Dilma Rousseff

. Ainda no século XIX, com o fim da Monarquia e o advento da República, a vida das mulheres era condicionada ao Privado.
Princesa Isabel exerceu a regência do Império do Brasil durante três períodos e foi primeira Chefe de Estado das Américas. Intriga intensifica, visava a denegrir o Terceiro Reinado, agravado pelo fato de a herdeira do trono de D. Pedro II ser mulher. Naquela altura do século XIX, ainda prevalecia no Brasil à idéia de que as mulheres deveriam ser educadas apenas para serem esposas e mães, limitando-as à culinária, aos bastidores e às agulhas e bloqueando-lhes o acesso aos ensinos secundário e superior. Nota-se que o Brasil viveu uma questão de gênero, e hoje as desigualdades de oportunidades de acesso, ainda são muito forte.
Com a eleição de uma mulher na Presidência, haverá diversas rupturas neste paradigma, trazendo diversas mudanças reflexíveis, e nós mulheres, devemos lançar um olhar e perceber o ineditismo em que o Brasil está avançando, trazendo a força de uma mulher para a presidência.
No Brasil, se faz necessárias mudanças em padrões culturais, mais representação das mulheres no sistema político e transformações na questão de gênero, ou seja, uma mulher na Presidência do Brasil tem o “gosto” de uma perspectiva de inclusão para a história das mulheres.

 

Maria Jose Silva Caldas Fagundes

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