Simplicíssimo

Nome (im)própio

O apego que temos aos animais de estimação se transformam em sofrimento quando algo ruim acontece com eles. Semana passada o gato aqui de casa, por exemplo, parou de comer, não queria sair da cama e era notório o abatimento. No outro dia, ainda inapetente, na consulta da veterinária recebemos o aviso de que os felinos não podem ficar 48 horas sem comer, sob o risco de desenvolverem a lipidose hepática, uma doença fatal, sem volta. Mas os cuidados intensivos foram providenciais e evitou-se o pior. Torcemos agora para o tratamento recuperá-lo na íntegra.

E há um tempo atrás recebemos um panfleto de um cachorro desaparecido (não, não foi o cachorro que nos entregou um panfleto; o panfleto era sobre ele). Mas impossível deixar a bola picando nesse caso: o nome do desparecido era Tico. Então, caso ele ainda não tenha sido encontrado (tomara que sim) e se alguém souber o paradeiro do dito cujo, descobrir onde meteram o Tico do cara (ou da cara), ou em que buraco o Tico se meteu, avise-nos. E até o dono chegar, pegue o Tico, agaselhe o Tico e faça muito carinho no Tico dele, que a recompensa oferecida é grande (talvez do tamanho do Tico). Também pudera, andar por aí sem o Tico deve ser algo desolador…

Foto do Tico

Eduardo H. Sabbi e Ibbas Filho

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