Simplicíssimo

O Trem de todas as horas

Belo, majestoso e limpo
Corre certinho no trilho
Velocidades variando
A estação se aproxima
pára então e espera
aqueles descerem
Outros sobem.
Longe da estação acelera
mas aos poucos
O maquinista o conhece
Opera de acordo com os limites
Chegando, desacelera
E nunca ele está exatamente igual
Pessoas e mais pessoas
entrando e saindo
chagando e partindo
Num ritmo natural
Da beleza escondida
De um simples dia a dia.

 

Frank Santos

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