Lucy in the Sky with Diamonds (LSD)

Hey Jude o terceiro episódio: Papai Noel no Divã…

Não! Coisas estranhas no Natal…

Este é o começo da peça encenada pela Companhia de Teatro Chute no Saco, que foi apresentada talvez pela primeira e última vez na festa de final de ano do CLAM – Clínica de Atendimento ao Adulto Maduro, aqui de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Violentos Haikais 56/X

Falas de socialites
e umbigos de mendigos
quase dão artrite

Faroeste 43/X

Mesmo assim assim

De uma forma tem norma
estou muito afim

 

Lucy in the Sky with Diamonds (LSD)

Hey Jude o terceiro episódio: Papai Noel no Divã…

Não! Coisas estranhas no Natal…

Este é o começo da peça encenada pela Companhia de Teatro Chute no Saco, que foi apresentada talvez pela primeira e última vez na festa de final de ano do CLAM – Clínica de Atendimento ao Adulto Maduro, aqui de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Isto não quer dizer que o grupo irá acabar, muito antes pelo contrário, apenas quer dizer que foi feita para ser apresentada para o Natal. O problema é que, com a criatividade dos integrantes, daqui a um ano, no próximo Natal, certamente esta peça será outra, ou outra, ou ainda uma terceira como foi esta desde seu início. Uma idéia que foi ganhando espaço e ficou redondinha momentos antes da estréia, no primeiro e último ensaio dentro do espaço onde a peça foi encenada.

O que me chamou a atenção sobre a peça foi a discussão após ela ser apresentada, onde as pessoas falaram sobre os momentos mais marcantes e a relação com nossa vida. Muito interessante, já que apresentamos a peça somente para nos divertirmos, eu, o Eduardo e a Agnes. É estranho ver as pessoas tirando lições de esquetes non sense.

Porém, ao falarem de tudo, desde o coelhinho da páscoa até o Mr. Hyde, esqueceram do momento mais expressivo da peça. Onde explicamos que a Lucy, a psicóloga iria ter alucinações. Deixa eu explicar: o paciente chega no consultório e pergunta o nome da psicóloga. Ela diz: Lucy. Após isto, entra um coro – Lucy in the sky with diamonds (LSD)…

Será que é sempre assim? O que está mais na cara não é visto por ninguém? Hmmmmmm…, Sei lá, eu não vi nada, não sei de nada…

Não vendo nada porque estou de Ré na contramão!