Simplicíssimo

Ritmos da noite

Será a música uma necessidade? Ou uma necessidade criou a música? Será que a música é maior que céus e terra?

Violentos Haikais – série II / 5/x

MP da ditadura
pura loucura (mas não vai passar)
e o povo sem cura

Pseudomístico – a ciência do cotidiano 5/x

Hoje o gelo congelado derreteu e transformou o ar que nos rodeia. Meu pátio virou um aquário…

Enquanto uns dizem que falta calor humano, o aquecimento destrói o planeta.

Ritmos da noite

Himmel und Erde müssen vergeh‘n,
aber die Musici, aber die Musici,
aber die Musici bleiben besteh‘n.

Céu e terra vão desaparecer
Mas a música, mas a música
mas a música vai permanecer.

Não é apenas uma música, não é só música, não é só arte.

Tem arte em Marte, tem arte na sociedade, (será que existe na maldade?)

Só existe um quando existe o outro. O outro faz parte de algum um.

Aceleramos tanto que a Fórmula Um subiu aos céus e desceu ao inferno moderno. Hoje é um atrás do outro, como se fosse uma fábrica. Não é só retórica, é uma mudança da dança. Que não cansa de mudar.

Vivemos em uma dança tétrica que merece uma réplica.

O Estado não sou Eu, deveria ser nós. Desatar nós. O Estado é feito do poder para o dinheiro, ligeiro, do dinheiro para o poder, você tem que saber.

A contramão é o contra ritmo, o local, o devagar. A velocidade é de cruzeiro, a vida não.

Não somos irmãos, não somos iguais, brinde a diferença, faça uma sentença para uma vida normal.

No ritmo da natureza, que fica tudo beleza.

Fotografia obtida no site Unsplash de Wolfgang Hasselmann.

Pedro Armando Furtado Volkmann

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