Digno

Aquele que trai a palavra de si mesmo e se esconde no disfarce do infortúnio de fé. Ergue a mão para paz e não consegue ver ao seu lado a infelicidade. Que ergue a mão em energia e não olhou o que fez lá trás A dor que causou, por disfarçar o amor.

Digno é aquele que não premedita. Não trai usando-se da boa fé e energia dos outros Digno é aquele que fica sem nada e não lamenta a premeditação material Aquele que ouve, sabe e vê. Quando o outro fala de desapego é inverdade por que ainda ele vive apegado a bens materiais, premeditando assim uma fuga. Aquele que trai a palavra de si mesmo e se esconde no disfarce do infortúnio de fé. Ergue a mão para paz e não consegue ver ao seu lado a infelicidade. Que ergue a mão em energia e não olhou o que fez lá trás A dor que causou, por disfarçar o amor. Digno é aquele que ainda acreditou, manifestou-se e procurou adequar-se. Talvez o fraco seja aquele que tem medo de acordar todos os dias e vê que a vida tem que se buscar. Quem premedita não sabe a semente que planta nem saberá a que vai colher, mas fala de perdão. Foge, não sabe a palavra correta, mas se inventa em leituras de fé. Digno é aquele que lê e sabe que as palavras não são para si. Mais sim para aquele mesmo que o enviou. Aquele que finge constantemente provoca a ira, raiva, e o desprezo. Por que não é digna de respeito por não saber respeitar.