Aprendendo a Viver

Tudo se faz diferente. Todos os dias o mesmo dia. Por que não eu? Essa pergunta muitas vezes amanhece comigo, mas se desfaz no decorrer do dia. Se tivesse dado certo? Como seria? Não sei. Sei que já era e quando fiz o que fiz eu sabia de todo o risco, sabia que quanto maior a altura maior a queda. Mas como poderia eu saber se iria cair ou não? Como poderia saber até onde eu Tudo se faz diferente. Todos os dias o mesmo dia. Por que não eu? Essa pergunta muitas vezes amanhece comigo, mas se desfaz no decorrer do dia. Se tivesse dado certo? Como seria? Não sei. Sei que já era e quando fiz o que fiz eu sabia de todo o risco, sabia que quanto maior a altura maior a queda. Mas como poderia eu saber se iria cair ou não? Como poderia saber até onde eu conseguiria subir? E na verdade, será que ainda não falta um pedaço de tudo? Muitos questionamentos, poucas respostas. Deixei minha fase “Coelho de Alice” pra trás. Não vou correr mais atrás do relógio. Não tenho mais o porquê disso. Fiz, está feito. É hora de recolhimento. É hora de sair um pouco de cena, deixar alguma coisa correr, focar-se em outro aspecto da vida. São dias assim. Dias de paz. Até quando eu agüentarei tanta paz?

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Cuidado. Pessoas podem ser maravilhosas. Podem ser surpreendentes. Podem ser fascinantes. Porém pessoas têm a capacidade mental de formular pensamentos destrutivos. Não confie muito em alguém, não abra sua vida sem algum motivo especial, deixe alguma coisa no mistério do silêncio. Muitas vezes temos necessidade de gritar ao mundo o que sentimos, o que fazemos e para onde vamos. Grite. Mas para as pessoas certas. Confie no seu instinto, pode parecer bobagem, mas ele acerta. Tome cuidado com pessoas que se desdobram demais, pessoas que chegam com promessas demais, com amor demais. Ninguém sincero ama demais em um primeiro segundo. Olhares são melhores que palavras. E no fim, ou no meio do caminho, quando paramos e vemos que temos algumas poucas pessoas do lado, mas que são aquelas que te acompanham como vento, é que nos damos conta: a vida é boa…

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