Simplicíssimo

Edição 240 (06/08/07) – GPS, bússola, astrolábio e uma tomada 200V

Lembrei-me deste texto de abertura de minha coluna “Liberdade Vigiada”, que de tão parada está quase entrando para “colunas desativadas” quando parei para este editorial, pois bem, é ainda mais ou menos este o espírito das coisas, com a pequena diferença de que agora tenho certa responsabilidade em agradar ou satisfazer necessidades de nossos amigos a bordo e hoje.

Coluna: “Liberdade vigiada”.
O Ethos, a introdução, e coisas sobre as minhas angústias.

Ainda estou em busca do Ethos deste espaço que inadvertidamente cederam-me, no entanto, já fui capaz de algumas reflexões (Eu o gênio):
Quando me sento ao teclado, e penso, e escrevo, organizo um pouco esta bagunça que temos por dentro, pelo menos para que as idéias (dei esse nome) possam fazer fila para sair. Também percebi que quando coloco-me a escrever, não coloco-me a mim, e sim a outro personagem, que entre em cena e toma conta das ações. Não, não, digo aos entusiastas do espiritismo (ou o que quer que seja), de que não se trata de psicografia (ou o que quer que seja), respeito a todos, mas não se trata disso. O tal já existe em mim e só toma sua posição, já tem seu caráter o qual irá se mostrar (assim espero.)
O fato é que a busca deste Ethos nos levará (a nós? Não sei) a um interessante campear por terrenos inóspitos da(minha) impressão humana da terra, visão metropolitana, tão bem cantada na primeira metade do século passado.
Escolhi este nome para a coluna, pois nunca estamos sozinhos (lugar comum? Pode ser, mas como funciona!) vide Pinóquio, Jonas, Virgilio, Dante, ou Camões!
Sobre agradar, se me perguntassem, diria que não é minha primeira função por aqui, acho que minha ‘missão’ se inicia antes deste ponto, mas se fosse possível não me incomodaria com isso. E por aí vai…

GPS, bússola, astrolábio e uma tomada 200V.

Lembrei-me deste texto de abertura de minha coluna “Liberdade Vigiada”, que de tão parada está quase entrando para “colunas desativadas” quando parei para este editorial, pois bem, é ainda mais ou menos este o espírito das coisas, com a pequena diferença de que agora tenho certa responsabilidade em agradar ou satisfazer necessidades de nossos amigos a bordo e hoje sabemos menos o que queremos, e um pouco mais sobre aquilo que não queremos!
Tenho estado um tanto saudoso ultimamente, é verdade, mas que é que pode dizer que o passado nunca está presente? Talvez isso possa ser um bom sinal, não sei avaliar bem.
Sobre o trabalho de editor quero e me sinto no dever de dizer que não é nada fácil sair da inércia. Tenho feito contatos com alguns autores conhecidos meus e outros amigos para que nos ajudem com aquilo que lhes vier na telha. Aliás, reforço a convocação feita no último número, Simpliautores, Simpliamigos, e Simplipassageiros enfim: este barco depende da cada remo que vai pra água, portanto enviem propostas, idéias e loucuras para este timoneiro sem GPS, bússola ou astrolábio.
Só quero adiantar uma das idéias já fermentadas que irão em breve pra forja: Nomear um ombudsman para nosso saite. Quem quiser carregar um crachá com este palavrão é só me avisar.
Se energia é o que nos pedem, energia é o que vamos dar a eles!

M.

 

Marcos Pedroso

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