Edição 263 (30/01/08) – A reforma ortográfica

E eu que achava já estar aprendendo a escrever certo, me deparo agora com a reforma da língua portuguesa. Em breve, Manuéis, Marias e Josés poderão falar o mesmo idioma. Pelo menos a idéia é esta. Depois de mais de 17 anos tentando chegar a um acordo, a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa finalmente atingiu seu objetivo. E eu que achava já estar aprendendo a escrever certo, me deparo agora com a reforma da língua portuguesa. Em breve, Manuéis, Marias e Josés poderão falar o mesmo idioma. Pelo menos a idéia é esta. Depois de mais de 17 anos tentando chegar a um acordo, a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa finalmente atingiu seu objetivo.

Talvez pudessem esperar o ad infinitum caos aéreo passar. Novamente o passageiro pode ser o prejudicado, já que o vôo está perdendo acento. Perdão à piada infame, mas não podia deixar passar. De fato, minha primeira impressão foi desalentadora. Entre tremas, hifens, acentos, letras e grafias, lá se foi o meu conhecimento. Mas ando reconsiderando e já sou quase simpático à idéia . A causa é boa e o mundo dinâmico.

Aos que ainda não se aventuraram, mas desejam saber mais sobre a novidade, recomendo a leitura do artigo de Eloisy Batista e Laila Vanetti no site scrittaonline ou a sua apresentação de slides, publicada por fabiodassan, no site slideshare.

Ah sim, nossa edição atrasou um pouco hoje, tendo em vista a tendinite do nosso timoneiro, Rafael Reinehr, devido ao tênis (não confundam, por favor!). Mas cá estamos nós, espalhando letras no ciberespaço e saudando a volta dos colunistas Luiz Emanuel Campos (Paroles), Maurício Ângelo (Convenções Sociais) e mais uma colaboração de Huebert Missano. Aproveitem!