O índio

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Da série de propagandas (vide edição 106) …

No Faroeste, cena de terra vermelha, entre imensos desfiladeiros, surge um exército de mocinhos (de mocinho e bandido) muito bem armados (espadas, espingardas da época, etc…). A galope, eles partem para a batalha ao sopro do trompete e um grito de atacar do capitão da cavalaria.

Da série de propagandas (vide edição 106) …

No Faroeste, cena de terra vermelha, entre imensos desfiladeiros, surge um exército de mocinhos (de mocinho e bandido) muito bem armados (espadas, espingardas da época, etc…). A galope, eles partem para a batalha ao sopro do trompete e um grito de atacar do capitão da cavalaria.

Do outro lado, no cume da montanha, um indiozinho desesperado tenta acordar o pai que dorme ao lado da fogueira:
– Mim ver homem branco! Hora de sinal de fumaça!
Sem resposta, ele insiste:
– Mim ver homem branco! Hora de sinal de fumaça!
O índio mal abre o olho e volta a dormir tranqüilamente.
– Homem branco atacando! Sinal de fumaça

Sem nenhum estresse aparente, o índio acorda e puxa tranqüilamente um objeto pequeninho do bolso, mostra para o indiozinho e diz:
– Mim não usar mais fumaça, mim usar PÓKIA! (só o aparelho celular PÓKIA na tela).

Entra a mensagem do patrocinador do comercial:
"PÓKIA, tecnologia à frente do seu tempo"

E na trincheira indígena, a cena mostra os índios com caras de espertos esperando os soldados com armas atuais, baterias antiaéreas, tanques e, obviamente, com celulares PÓKIA na cintura.