CONTO – Exame casual

Obs.: por presumir que menores leia este saite modifiquei algumas palavras do texto original. Exame Casual

Marlon Schirrmann

Obs.: por presumir que menores leia este saite modifiquei algumas palavras do texto original.

Depois de alguns anos Roberto decidiu que iria a um urologista. Ele era alto e de físico comum. Trabalhava como atendente em uma loja de roupas de grife. Já fazia alguns anos que não visitava algum médico até que seu amigo, Leandro, comunicou a necessidade de exames periódicos. Ele não havia dado muita atenção até ver no intervalo da novela uma propaganda. Nela os médicos alertavam aos homens dos riscos de algumas doenças e com elas números alarmantes de homens que as contraiam sem saber. Mas o pior era que estas doenças levavam a impotência. Pânico! Roberto, homem preocupado com sua saúde , sexual é claro, alarmou-se. Seria um aviso do destino?

Procurou em sua casa uma lista telefônica. Estava novinha, embaixo da mesa de centro. Não a usava muito. Todos amigos “estavam” em seu celular. As amigas também.

Enfim, depois de ter que folhar muitas páginas achou um médico a altura de mexer em sua aparelhagem, e isso é nome? . Era doutorando em medicina. Dizia que era experiente. Deve servir. Ligou e uma secretaria atendeu:

-Alô, Consultório de Urologia!

– Alô, Oi! Eu quero marcar um dia para uma consulta.

– humm! Só um momentinho.

Ele interrompe:

– Se puder ser nesta sexta ainda eu agradeço ok?

– Vejamos … pode ser as oito e meia?

– Certo, pode ser.

– Esta marcado então, qual é o seu nome?

– Braul, Roberto Braul.

– Até sexta Sr. Roberto.

Click.

Sexta-feira. Ele tomou um banho, afinal ia ver um médico e ainda por cima teria que mostrar o pênis para um homem desconhecido. Mas o que importa conhecido ou não, pensou ele. Retrucou:

– Momento desconfortável… O que um homem não tem que fazer pela virilidade.

Tirou o carro da garagem e dirigiu-se ao centro da cidade. Chegando ao local descrito na lista tentou achar uma boa vaga para estacionar seu carro. Achou um lugar apertado. Fazer o que?

Entrou no consultório e pelo visto era o ultimo a ser atendido.

– Olá, Sr. Roberto?

– Isso.

– Sente-se Sr. Roberto. O Sr. já já será atendido!

– Obrigado.

– Sinta-se a vontade.

Roberto neste instante sentiu um frio imenso na barriga. Um aperto que chegava a formigar os braços. Lembrou do trauma que tem de infância.

Quando era pequeno jogava futebol em uma escolhinha. Todo santo jogo o técnico mandava todos ao chuveiro. Todos iam felizes por ter feito um bom jogo, menos o Roberto. Ele jogava muito bem. Fazia vários gols. O problema era ficar nú na frente de tanta gente. Além disto, o rapaz lá embaixo decidia ficar um tanto enrugado. Pequeno mesmo! Era tão vergonhoso…

– Sr. Roberto, bom favor.

E a moça fez um aceno para que entrasse. Levantou cambaleando.

Entrou em uma sala não muito bem iluminada. A principio não enxergou médico algum. Isto porque a mesa ficava um pouco a direita da porta. Entrou e virou de costas. Fechou a porta. Virou e…

Esse é o momento marcante da estória. Ele sempre fantasiava poder transar com cinco ou seis mulheres. Porém nunca conversou com um especialista se ele teria fôlego para fazer isto. Tinha em mente poder tirar várias duvidas que não foram sanadas em sua adolescência. Conversar de homem para homem. Ele iria entender.

Foi um fio de um raio que começou nos joelhos passou por toda espinha e terminou no topo de sua cabeça. Um ser loiro de cabelos avolumados, representando uns vinte e quatro anos levantou-se de sua confortável cadeira e disse alegremente:

Boa noite Roberto, sente-se, por favor.

Abobalhado pos um pé na frente do outro e dirigiu-se a cadeira.

Sentou-se

Pensando disse:

Uma mulher?!! Mas … como vou …

– Em que posso ajuda-lo Roberto

Ela tinha uma voz doce. Um olhar incrível. Ele sentia constantes choques elétricos passarem pelo seu corpo e o arrepiando. A sua mente estava travada.

Respirou fundo, ou tentou. Encheu os pulmões e respondeu baixinho.

– Vim fazer um checape. Faz muito tempo que não venho em um médico.

– É hoje veio em uma médica!

Roberto corou! Virou gelo.

– Sim eu não previa que a senhora, digo que o médico seria uma mulher.

Naquele momento ele deu-se conta. Iria fazer um… Checape… Completo.

– Estou acostumada Roberto. Por favor, me chame de Carla. Alguns homens assustam-se por eu ser mulher. Esperam um homem.

– É o meu caso e…

– Pois bem Roberto tem sentido algo anormal no seu dia-a-dia? Como estão as suas relações sexuais. Pratica constantemente… Tem namorada etc?

– Ahm – corado – não pecebi nada de anormal. Faço sexo casual. Não tenho namorada. Mas faço umas três vezes por semana.

– Uau Roberto – e olhando nos seus olhos – então tu és muito ativo!

Deu aquele sorriso maroto de menino elogiado.

– Vamos lá sente-se aqui.

Ela apontou para a mesa de analise.

Ele novamente cambaleante sentou-se na mesa. Logo olhou para a médica que levantará da cadeira e postou-se logo a sua frente.

– Pode tirar a calça ok?

MEU DEUS! Pensou ele.

Sem demora e um pouco atrapalhado desafivelou a cinta e puxou com toda a força a cueca e a calça juntas. Ela estava olhando para o saquinho de luvas quando virou. Olhou diretamente para o falo.

A Dr. Carla formou-se em medicina há dez anos. Nisto fez especialização em urologia. Não era nenhuma tarada sexual, apesar de não ser santa. Foi pega duas vezes transando em público. Uma com seu ex-namorado no estacionamento do seu prédio e outro com um colega de faculdade em uma sala de aula vazia. A sua sorte foi que na faculdade uma amiga a viu. Na garagem foi um vizinho mesmo. O que lhe rendeu uma vergonha tamanha que teve que se mudar. Ela despertou uma paixão na faculdade. Apaixonou-se pelo corpo masculino. Que mulher que nada. A perfeição é o homem dizia ela. Estudava a fundo o corpo masculino. Um interesse estritamente acadêmico.

Ela em seu consultório já viu vários pênis em sua vida de medica. Ora bolas, digo, era o seu trabalho afinal. Já viu gordos, pequenos, finos, médios e também dantescos. Naquela sexta-feira ela completava cinco meses sem transar desde a última vez com um rapaz que conheceu em uma boate. Roberto era o seu sexto paciente naquele dia. Estava cansada. Iria ser um domingo chato de estudo.

Roberto certa vez marcou para sair com um amigo de trabalho. Tinham uma relação de amigos, nada colorida, apenas amigos. Mas naquele dia ela havia absorvido um desejo de sair e divertir-se. Não deu outra. Foram para a casa dele. Pega lá pega cá e ele não se sentia a vontade. Algo estava acontecendo. O rapaz não estava ajudando e nem obedecendo. Abafaram o caso.

Mais tarde Roberto percebeu que sobre pressão não rolava. Achava que existia algo com o inconsciente. Os psicólogos sempre dizem isso!

A Dra. ficou longos três segundos olhando fixo para o falo meio mastro de Roberto.

Ele deu graças por estar nervoso. Imagina ficar de pau duro na frente da médica!

Mas o pior estava por vir. Depois de maravilhosos cinco minutos de analises manuais, e virava pra lá, puxava para baixo, alisava a pele, ela pos sua cadeira para traz e pediu:

– Muito bem Roberto, sei que é estranho o que vou pedir, mas é um procedimento técnico certo?

Roberto engoliu a saliva, agora abundante em sua boca.

– Te peço para que deixe o pênis totalmente ereto para que eu possa analisar melhor.

Ah! E agora? Vai dizer que sou impotente!! – pensou ele.

Ela estava olhando para ele. Ele com cara de menino perdido massageava o falo na tentativa de uma ereção completa. Passaram-se alguns minutos.

Carla nunca sentiu excitação pelos seus pacientes. Via naquilo simplesmente o seu trabalho. Às vezes até tinha problemas pessoais pela sua objetividade. Mas naquele momento um calor anormal abraçou seu estomago e como em alivio sentiu o clitóris roçar nos jeans apertados. Sua boca encheu de saliva. Um tesão que nunca havia sentido.

Roberto continuava com a tentativa até que disse em tom de vergonha:

– Estou um pouco nervoso – gaguejando – creio que não vai dar.

Carla olhou para Ele – os antigos Maias idolatravam o falo como um Deus, mas o “E” maiúsculo aqui é para meramente diferenciar os personagens. Velha mania masculina de referir-se ao pênis como pessoa – e para ele, o Roberto. Podia por água abaixo sua carreira por um simples impulso.

Decidiu:

– Bom… se me permite vou ajudar ta bom?

Tirou a luva e pegou no falo de Roberto. Sua mão quente sentiu o recíproco calor do falo de Roberto. Ele para disfarçar o prazer olhou para a parede em quanto ela batia uma punheta para ele. Sua calcinha neste momento devia estar ensopada de desejo. Passaram-se cinqüenta segundos.

Ele estava prestes a gesticular a sua excitação quando sentiu um calor maior. Olhou para baixo e viu metade de seu falo, agora duro como uma pedra, PASMEM, na boca salivante da Dra. Carla. Engoliu tudo.

– uhh Doutora! – disse ele.

Ela subia e descia seus lábios carnudos. Quando descia chegava à base e após voltava a morder a cabeça macia. Parou e afastou-se. Tirou o jaleco e a blusa – estava sem sutiã – Ela pediu:

– Creio que assim poderei terminar meu exame.

– Nossa!

Ele agarrou os seis fartos enquanto ela continuava a “engolir” o falo, agora em riste.

Passou-se três minutos. Ela levantou e abriu a porta. Sara, a secretaria estava distraída lendo um livro e ouvindo rádio.

Fechou-se a porta. Olhou fixamente para ele e despiu-se. Tinha um corpo escultural. As pernas eram bem torneadas. Foi esculpida pela natureza. Dirigiu-se para a mesa. Sentou-se a abriu as pernas. Roberto ligeiro com o falo em punho a agarrou e enfiou tudo em Carla. Ela gemeu silenciosamente enquanto agarrava as costas dele. Ele não perdoou e enfiava com força sem preocupar-se com barulho. Ela o segurava com as pernas e ordenava para que ele a fode(piiii, censura!). Passaram-se maravilhosos onze minutos. Carla já havia gozado umas quatro vezes. Era a vez de Roberto.

– Ahhh.

Os corpos ainda roçavam-se.

Suavemente ela o beijou em seu pescoço e ele retirou o falo de sua bu(vagina). Ajoelhou-se e chupou o restante de semem que continha em sua cabeça. Chupou va-ga-ro-as-men-te.

Levantou-se. Não acreditavam que aquilo tinha acontecido. Ela vestiu-se rapidamente e ele vez o mesmo. Por fim disse ela desconcertada:

– Bom… isso não é de costume.

– Pss, não fale nada. Posso vir outras vezes?

– Não, por favor. Não venha mais! Passei do meu limite.

– Não nos veremos novamente?

– Creio que já tenha feito muita mais que um exame. Seu tempo esgotou. Por favor, Sr. Roberto saia!

Com cara de garanhão, mas perdido pela atitude da médica ele saiu da sala. Ela ao o ver sair disse:

– Sara pode deixá-lo passar, ele já acertou comigo.

Nesse momento um sorriso de orelha a orelha cruzou o rosto de Roberto.

Ele saiu pela porta da clinica. Carla, Dra. Carla caminhou e debruço-se com um braço no balcão de Sara.

Sara perguntou:

– O que houve? Conseguiste?

Carla puxou um cigarro e o acendeu vagarosamente enquanto reinava o silencia na sala vestibular ao consultório.

Dra. Carla, respondeu com ar de dama:

– Sim… Agora temos mais uma vítima infectada.