Windows a parte

Eh horrível não entender tudo de computadores. No fim das contas eles nos dominam. Foi o que ocorreu com meu computador semana passada. De uma hora para outra PUFT!!! As teclas não funcionaram, o som estava falho… Eh horrível não entender tudo de computadores. No fim das contas eles nos dominam. Foi o que ocorreu com meu computador semana passada. De uma hora para outra PUFT!!! As teclas não funcionaram, o som estava falho…

Nossa, mas enfim, agora esta tudo (quase) tranqüilo. Instalaram novamente o Windows esta funcionando, pelo menos por enquanto.

Por culpa de minha ignorância, e do Windows, escreverei o texto em Internetes.

Estava a ler “Eristica” de Schopenhauer, vulgo “Como vencer um debate sem precisar ter razao”, edição com comentários de Olavo de Carvalho. Ele descreve vários estratagemas para escapar das falácias corriqueiras, como diria Machado de Assis, dos Doutores Medalhões. Entre elas surgiu de repente uma estratagema muito usado nos corredores acadêmicos e nas conversinhas de bar. Eh o Argumentum ad verecundiam. Significa o argumento dirigido a honra. Eh o ataque fundado em nobre autoridades do assunto discutido. São estas as referencias, aquele velho “Como disse o fulano…” etc.

Eh ótimo usar as palavras de alguém que melhor descreve algo ou que adere a mesma idéia mas “encostar” toda uma tese, toda uma discussão em uma frase de um nobre e reconhecido escritor ou pensador não passa de uma clara ilusão eristica. Os ignorantes tem um respeito tremendo pelos floreios retóricos, com frases pomposas em latim ou em língua estrangeira. Adoram as citações constantes. Dizer que o mundo eh redondo um dia foi um absurdo. Bastou um membro da Igreja Católica suspeitar da veracidade da teoria para que o mundo, de uma hora para outra, inflar e tornar-se, respeitosamente, rechonchudo e com uma pequena redução nas extremidades, eh claro. O motivo de darmos tanta atenção a referencias? Preguiça. Não há porque ir buscar a verdade por de traz de um texto se ele eh endossado por um nobre escritor. Outra coisa, a referencia pode ser falsificada facilmente.

Tentei dizer isto a um professor de Direito Civil meu. Resultado? Ele citou Ruy Barbosa…

Olhei para ele com decepção e suspirei. affff

ultima noticia simplicissima – CENSURA!!

O nobre Rafael proibiu-me de colar um ótimo texto do Erico Veríssimo intitulado “Sonata”. Existe uma regra para publicação nesta pagina que regra a publicação de textos que não sejam do próprio autor.

Nada mais justo. Nao sei por que deu-me vontade de escrever censura. Coisa de loco!

Para quem tiver o interesse de ler, VALE A PENA, acessem o texto clicando neste link http://paginas.terra.com.br/arte/dubitoergosum/recorte07.htm

Sobre a Censura, eh lógico que eh brincadeira.

A____braços \0/ <— linguagem de internetes, ve se pode

M.W.S.