Conversa de fim-de-semana (2)

Por Luiz Maia

Abro esse espaço para defender os animais que são vítimas da sanha perversa dos homens. Lanço o meu mais veemente protesto contra as atividades cruéis que são desenvolvidas no nosso País contra animais indefesos. Causa-me indignação assistir a essa glamourização dos rodeios e vaquejadas que prosperam no Brasil.

Conversa de fim-de-semana (2)

Por Luiz Maia

Abro esse espaço para defender os animais que são vítimas da sanha perversa dos homens. Lanço o meu mais veemente protesto contra as atividades cruéis que são desenvolvidas no nosso País contra animais indefesos. Causa-me indignação assistir a essa glamourização dos rodeios e vaquejadas que prosperam no Brasil. Bois e cavalos são confinados, torturados, maltratados e submetidos a dores intensas para, logo em seguida, serem agredidos e derrubados nas arenas como se fossem um brinquedo qualquer, menos seres vivos. Além disso vemos comerciais de Vaquejadas e Rodeios sendo publicados na imprensa como se essas fossem atividades honrosas, e não crimes horrendos contra bichos inofensivos. Quando vemos uma novela glorificando essas atividades, que não são dignas de serem chamadas de esportes, percebemos que estamos todos perdidos. Pior ainda é vermos muitas empresas e até Governos apoiando esses eventos sádicos. Isto é um um absurdo sem tamanho.

Seria pertinente que a sociedade se unisse em torno dessa causa, objetivando dar um basta nessas atividades inescrupolosas que denigrem a nossa condição se seres pensantes. Enquanto não nos indignarmos e lutarmos para que tantos crimes assim tenham um fim, não podemos nos orgulhar de pertencer à espécie humana. Vamos fazer a nossa parte. Um bom começo é não prestigiar, não dar audiência a esses espetáculos degradantes.

Recife, 20 de junho de 2005