Gostando ou não do esporte, a olimpíada de 2008 traz consigo enomes revelações. De olhos quase fechados, a emergente nação chinesa confirma a ascensão de um império. Se há 20 anos, em Seul, terminaram a competição em 11º lugar, com 28 medalhas, sendo 5 de outro, hoje lideram e assim seguirão até o apagar do fogo em Pequim. Seria algo ocasional, motivado por serem eles os anfitriões nesse ano? Duvido muito. E os números não me deixam sozinho, com o mostra o quadro abaixo:
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O Brasil? Não, o Brasil não. Não tem solução em políticas sociais, em saúde básica, em educação, em segurança, em corrupção e blá, blá blá. Nos esportes, os jogos olímpicos mostram que até treinador de equipe importamos, como o espanhol Juan Oliver, para o handebol feminino. Somos não em aproveitamento dos nossos recursos naturais. Até comida importamos, ao invés de plantar. Pronto sempre é melhor, nos ensinam as políticas de governo com as tais bolsas-famílias.
E ontem o golpe foi duro. Perdemos de goleada para nossos arqui-rivais argentinos bem onde nos vangloriamos de sermos os melhores do mundo: o futebol masculino. Edweine já me confessou que foi motivo de gozação até no Japão. Pode? Pode. Dunga, que nunca foi treinador (apesar de uma história gloriosa enquanto atleta), foi o escolhido para o comando. Talvez por interesses políticos, talvez para agradar o povo, talvez por burrice, ou nenhum, ou outros, ou todos. Mas enfim, num país onde o dirigente também foi eleito e mantém-se no cargo sabe-se-lá-como, nada mais nos surpreende.
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