Vejam isto: a garotinha de quimono, com celular, caminhando em frente a um templo xintoísta. Um templo, por sua vez, situado ao lado de uma das centenas de casas de diversões existentes em Tóquio...
Últimos Artigos
De Minas IV
– O Tempo, meu filho, está bem retratado, sem nenhuma dúvida, nesta foto que você segura. Contemple o antigo, inspire bem fundo, retire da foto a moldura e se encontrará com as...
Amores e desamores
Violentos Haikais 134/X Chuto, esperneio, berro. Me agito, grito. Não importa se me ferro. Faroeste 119/X Sinto saudades suas Suaves seduções, sentimentos, sensações Sabor sereno...
Ombro amigo
_ Oi tudo bem com você? _ Mais ou menos… _ O que houve? _ Estou voltando da casa da minha irmã. Ela se separou do marido. _ E isso é bom ou ruim? _ Já nem sei mais. Fui dar uns conselhos...
Edição 281 (04/06/08) – Prêmio São Paulo de Literatura e Retratos da Leitura no Brasil
Sempre existirão aqueles a dizer: a literatura morreu. Nada mais se cria, tudo é cópia (malfeita?) de algo já criado. Sempre existirão aqueles a dizer que estamos passando por uma...
Faca de 2 Legumes – parte 2
2. O mundo anda estranho. A alfafa reclama da vida… – Pois é, antes eu era usada para engordar o gado. Agora sou usada para emagrecer os humanos. A cebola ainda completa. – O pior é que...
A máquina de escrever
Lembro perfeitamente: era uma Olivetti, portátil. Azulzinha. Herdara de minha mãe, a qual, por sua vez, herdara de meu avô. Lembro perfeitamente daquela máquina de escrever, em especial pela...
O Lado Esquerdo
Do meu lado esquerdo eu vejo Uma mulher linda Atraente, inteligente Do meu lado esquerdo eu vejo Uma mulher linda Decente, destemida Do meu lado esquerdo eu vejo Uma mulher linda Contente, agradecida Do meu lado...
Pedido de Desculpas
São Paulo, 02 de junho de 2008. Em 31 de outubro de 2007 escrevi um texto, publicado simultaneamente no meu blog e no simplicíssimo, intitulado “A Última Antes da Próxima, ou...
O que chamam de amor
Uma regra me diz Que não existe regra Mas que tudo é regido Pelo natural da emoção Na beleza da descoberta Na razão de uma sensação De longevidade incerta...
A Maratona
Ano de 2037, Juliano se preparava para sair de casa quando seu telefone tocava: —Alô, oi Fernando… sim Fernando, estou saindo já, ta tudo pronto mesmo? bom… em meia hora estarei aí...




