"Posso dizer o que quiser, nunca saberei o motivo pelo qual se escreve, nem como não se escreve." (Marguerite Duras)
"Posso dizer o que quiser, nunca saberei o motivo pelo qual se escreve, nem como não se escreve." (Marguerite Duras)
Havia no reino um homem cuja grande virtude era elogiar. Ninguém sabia seu nome, mas o conheciam por Sr. Elogio. Não importava quem fosse, do humilde carpinteiro, o lenhador, e por que não o imperador, e todo o alto...
Ele é um gigante, venceu facilmente todos na arena, incrível como cada monstro com dobro de seu tamanho não o intimidava. Uma luta que parecia que no mínimo demoraria seríssimos minutos acabava em apenas um golpe. Todos...
Se os dias são rápidos, nossos momentos o são ainda mais. Aproveitar cada um deles é o que nos torna capazes de dizer que somos humanos. Máquinas não consomem, não pensam, não arriscam, jamais...
Parem, reflitam e vejam se tenho ou não tenho razão. É vergonhosamente lamentável a forma com que nos arrancam de nossa terra, onde a tanto custo fincamos nossas raízes e deveríamos viver felizes para sempre...
os pingos nas pedras vão brotando devagar – água transparente *** daqui e dali vai-se formando o riacho brilhante entre a mata sauás em bando pulam de árvore em árvore às margens do rio *** descendo a serra...
Já não há tempo
para que eu manifeste,
meus sentidos…
minhas angústias…
Sigo só tentando acertar…
Numa terra longínqua havia dois irmãos. Eram gêmeos, mas aí se terminavam as semelhanças. O Primeiro, nome recebido por ter sido de fato o primeiro extraído do ventre materno, há muito se perdera pelo labirinto...
Outro ferro Um transparente ao outro Outro cristalino ao um Um dobrável Outro Flexível Um de Áries Outro também Um imagina Outro está lá Há energia entre um e outro Magnetismo que ora atrai, ora repele E parece que nada...
“Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José ! José, pra onde?” Carlos Drummond de Andrade E agora...