Vermelho-sangue. Como dói. Ver nossos filhos morrendo. Enquanto permanecemos inertes, imobilizados pela dor e pela perplexidade. Um, dois, três, doze corpos estendidos. Perdidos. Flores tão cedo podadas. Pela brutalidade? Por nosso egoísmo? Pela solidão do atirador? A quem culpar? Como justificar? E permanecemos aqui, sentados em frente a uma TV ou um computador, lugares em que nos sentimos mais seguros. Protegidos de nós mesmos.




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