Sei muito bem que vocês não gostam de minha poesia E que alguns de vocês nem mesmo assim a classificamLeêm para que possam ter o que falarJamais o fizeram para gostar, ou entreter Ouço o murmurar crítico de acides profundaDe sua língua ferina jamais pretendí fugirSei que ela não deixa escapar a seus eleitosE guarda cada flexa em sua aljava salival Deleito-me nesta orgia descontenteAprendí a gozar do sofrimento alheioAgora sei como, se vocês me apredejam, eu rioRio e continuo a fazer estas coisas sem sentido
Você também poderá gostar
Edição 361 – 11/04/2010 (final) – As frases de amor que jamais direi
É finda uma jornada. Neste 11 de abril de 2010 o Simplicíssimo completa 7 anos, 5 meses e 17 dias de vida. Foram mais de 3700 artigos publicados por duas centenas de autores, mais de 30 milhões de...
O Simplicíssimo está voltando
Boas novas! Em novembro, estaremos de volta com nossas Viagens Etéreas e Psicodélicas Impressas no Éter Universal. Com um novo formato, agora com Colunas diárias ao invés do tradicional formato "revista...
Resultado do II Concurso Simplicíssimo/O Pensador Selvagem de Minicontos
Primeiro lugar: Trigésimo andar, de Nédia Sales de Jesus Juntos, o talento e o medo de altura, levavam o pintor a sustentar-se nos andaimes e fazer o seu trabalho de olhos fechados. Segundo lugar: Em pauta, de Geraldo...




Comente!