Sei muito bem que vocês não gostam de minha poesia E que alguns de vocês nem mesmo assim a classificamLeêm para que possam ter o que falarJamais o fizeram para gostar, ou entreter Ouço o murmurar crítico de acides profundaDe sua língua ferina jamais pretendí fugirSei que ela não deixa escapar a seus eleitosE guarda cada flexa em sua aljava salival Deleito-me nesta orgia descontenteAprendí a gozar do sofrimento alheioAgora sei como, se vocês me apredejam, eu rioRio e continuo a fazer estas coisas sem sentido
Você também poderá gostar
O Simplicíssimo está voltando
Boas novas! Em novembro, estaremos de volta com nossas Viagens Etéreas e Psicodélicas Impressas no Éter Universal. Com um novo formato, agora com Colunas diárias ao invés do tradicional formato "revista...
Edição 361 – 11/04/2010 (final) – As frases de amor que jamais direi
É finda uma jornada. Neste 11 de abril de 2010 o Simplicíssimo completa 7 anos, 5 meses e 17 dias de vida. Foram mais de 3700 artigos publicados por duas centenas de autores, mais de 30 milhões de...
Ediçao 357 – 14/02/2010 – Carnaval, Descanso e Concurso Literário
Cá estou, Domingo de Carnaval, escutando uma gravação de 8 anos atrás da Rádio Continental de Porto Alegre no meu MD player, uma cadela labradora desmaiada no chão da sala, um golden retriever sentado...




Comente!