“Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José ! José, pra onde?” Carlos Drummond de Andrade E agora...
“Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José ! José, pra onde?” Carlos Drummond de Andrade E agora...