Do outro lado tem alguém Alguém que me conhecia Alguém que me ouvia Quem sabe até me entendia Alguém que estava sempre ali E com quem muito aprendi Alguém que me agüentava...
Últimos Artigos
LIMPEZA URBANA #1
Na fria madrugada, garis passeiam dependurados nos camburões, recolhendo lixo, destroços do dia. Mal reparam no oceano de indigentes que dormita nas calçadas, utilizando-se dos mesmos...
Job – Tarefa concluída
Era uma vez… Um escritor, que escrevia. Um pintor, que pintava. Um escultor, que esculpia. Um chargista, desenhava. Mas em algum lugar, um artista sonhava. E dos sonhos toda arte se formava. ...
Casos de Outrem
Era tarde da noite quando bateu à porta. Resmungando fui abrir e surpresa vi que era ele, o visinho do apartamento ao lado. Um sujeito calado que não se aproximava de ninguém. – Uma...
Notícias frescas do Venerável Duña
É certo que alguém de sua envergadura moral, investido da autoridade esotérico-telúrica com que foi agraciado pelo Olimpo, jamais deveria ser visto por aí de testa franzida...
Quando a jovem fala…
Quando a jovem fala… Luiz Maia Certa tarde, ao escutar um programa de uma rádio local, cheguei a me comover com o depoimento de uma jovem estudante de um colégio público dizendo ser...
Edição 340 (14/08/2009) – Onde eu entro (ou saio)
As discussões sobre o futuro do Simplicíssimo vem se desenrolando nos bastidores já há algum tempo entre mim e o Rafael e, após tomarmos uma difícil decisão de encerrar o...
Triste fim dos primeiros homens bons
São Paulo, 13 de agosto de 2009. TRISTE FIM DOS PRIMEIROS HOMENS BONS Descemos das árvores, mas não foi fácil tomar coragem e nos organizar para isso. O certo é que começamos a...
Dias úteis
Toda semana é a mesma coisa Na quinta de noite briga comigo Sexta no almoço, termina tudo De manhã na segunda-feira me pede perdão!
Reflexão de mim mesma
Quando achamos que tudo esta perdido É só ir no balcão do achados e perdidos. hushuhus Concordo que é uma brincandeira de humor duvidável. Mas o que desejo dizer é que, por mais...
O Embrulho Perdido
Passava de mão em mão sendo sempre rejeitado. Uns diziam: Sai daqui, num serve pra nada. Outros o chutavam. Por vezes o tratavam tão bem, o guardavam, mas quando ele se abria, logo era novamente...




