Simplicíssimo

Confissão

Ela bebera demais e nós havíamos brigado. Fui dormir sozinho em outra cama enquanto ela terminava de destruir o nosso lar. No meio da madrugada, foi deitar-se comigo. Era uma cama de solteiro e não havia espaço para nós dois, então decidi que iria procurar outro canto pra me jogar. Ao me levantar, vi seu corpo inerte, nu e suculento sobre a cama. Fui tomado por um desejo insano de possuir-lhe, como se o animal dentro de mim acordasse para devorar uma presa indefesa e agonizante. Tentei comer seu cu, como vingança, mas ela estava pesada e não consegui virá-la. Tive então de comer a mesma buceta de sempre. Eu a penetrava com violência, apertar seus seios, batia em sua cara, mordia… Ela mal se mexia, não tinha reação, apenas dava alguns gemidos. O tesão era tanto que eu estava prestes a ejacular. Fui em direção à sua boca, a qual não consegui abrir e acabei gozando em seus lábios. Sua cabeça caiu para o lado e o líquido branco escorreu pelo pescoço. No momento seguinte senti-me arrependido e com medo de mim mesmo. Que tipo de animal era eu? Do que mais seria capaz de fazer em um momento de raiva? Fui ao banheiro pegar um pedaço de papel higiênico para limpar sua boca, pois precisava apagar as provas do crime que acabara de cometer. Com uma sensação de angústia e satisfação, fui dormir em outra cama.

Pela manhã, me sentindo culpado, achei que deveria contar a ela o que eu tinha feito. Ela não acreditou. Disse que teria acordado, se eu tivesse feito o que disse que fiz e voltou a fazer o almoço. Ótimo. Pelo menos eu estava com a consciência tranqüila, contei o que fiz e, se ele não quis acreditar, melhor pra mim.

Transamos depois do almoço e ela pediu pra eu gozar na sua boca, como de costume, e fez questão de dar um sorriso e me mostrar sua língua toda branca, transbordando. Mas dessa vez não precisei limpar: ela engoliu tudo, sem fazer sujeira.

Rodrigo D.

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