Simplicíssimo

Lula, o Filho do Brasil

O Brasil pode ter engolido essa história durante oito anos – doze, se contarmos com a continuação já em plena exibição desde primeiro de Janeiro. Mas os velhinhos da Academia de Hollywood, ah, esses não engoliram. O filme é um horror: atuações de novela mexicana, um roteiro com a profundidade de um pires (incluindo a Glória Pires) e uma direção pretensiosa (e o que esperar dos megalomaníacos dos Barretos, que pensam que entendem de cinema por um deles ter feito Dona Flor e seus Dois Maridos!). Enfim, em um ano em que temos filmes como “Amor e Outras Drogas”, o filme de Fábio Barreto ficou só com a parte da droga. Isso falando somente na parte cinematográfica. Quanto ao aspecto politico-propagandístico do filme, diria a saudosa Cornélia: “Prefiro não comentar!”. Faz bem.
 

Edweine Loureiro

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