Simplicíssimo

Fantasia passada dor presente



Fantasia passada dor presente

Em minha fantasia você me atendia
Com satisfação respondia e ria
Lia se escrevia, gente se encontrava
Conversávamos e dividíamos emoções
Dividíamos o mesmo banco e leves opiniões

Lá em minha fantasia você era inspiração
Mote, meu motivo de provocação
Objeto do qual, por nada, O olho descolava
Quando da janela te mirava

Minha fantasia realizava que nada mais me encantou
Do seu modo leve de falar como quem não falou
Ela sabia quem era você, tinha certeza
Que meu lado não perderia sua beleza

Em minha fantasia as borboletas borboleteavam
Suaves terremotos quando suas risadas acabavam
Tão suaves que encerravam bem um mal dia
Por você até em rimas me aventuraria

Na realidade dura do cárcere imemoriável
Da solidão multitudinária a dor lancinante
Nem meus emails você responde

Marcos Pedroso

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