Simplicíssimo

vê!

Ninguém sabe. Talvez, ninguém jamais saiba. Não é a causa em si, “saber”, o que me incomoda. Talvez seja, a maneira á como toda a situação se expressa. Talvez seja eu. Eu e as outras pessoas. Não se sabe mais o que fazer, ai todo mundo olha pra tua cara, como se a culpa fosse tua. Como se culpados fossem sempre os que silenciam. Óbvio que, espelhos sempre são culpados, corações calejados, talvez eu e minha imensa dúvida ah, sabe que eu não sei! Na realidade, eu queria que houvesse a realidade verdadeira. Uma maneira de se criar uma tela, pintada com as cores do momento. Algo que não fosse tão angustiante. Algo que me trouxesse paz.

O tempo todo, todos vivem pra todos. Mesmo que as causas sejam coisas distantes, sempre há paixão, algo que frustra e ao mesmo tempo conforta . o conforto de se estar num lugar sem que hajam mais pessoas envolvidas. Mas não, sempre há alguém fazendo algo indiretamente pra outro alguém, de bem, de mal, tudo apaixonantemente paranóico.

Porque, sinceramente, as vezes todo mundo precisava de mais um daqueles botões de reset. Algo que parasse o tempo, talvez, uma máquina de teletransporte. Assim haveriam menos gastos, e eu não falo só de dinheiro.

Talvez ninguém jamais saiba, que todos sabem o que fazer, bem no fundo. Naquele mesmo fundo, que guarda as prováveis chaves pra portas que estão trancadas. Mas e ai, quem se habilita a abrir o coração?! Ultimamente isso tem sido um fardo tão vergonhoso.

Dar uma segunda chance, ou ensinar o que é correto, ou confortar. Isso fazia parte de um outro protótipo de ser humano, talvez, pra que agora, as coisas mudem, e pra melhor?! Mudanças, nascem a partir das crises. Crises existem pra que as coisas se estabilizem? Pessoas se adaptam á crises?! Pessoas sabem que vivem crises?! Como o mundo encara suas pindaíbas?!

Pois é. E agora sente-se em um banco qualquer e pense nisso. Ou chore. Chore pelas oportunidades mal aproveitadas,pela falta de dinheiro ou de emprego, pelos sapatos furados, pelo filho que voltou á casa as 9 da manhã de domingo, pelo marido que te bate, pelo lixo tóxico, pelas causas sem causa. De tragédia, tem gente cheia. E sempre que a gente pensa que tá na merda, tem alguém píor.

Um cara velho me disse outro dia que “ tristeza não paga dívida” ,ele tem razão. Culpa não paga as contas. Discutir não paga contas. Talvez seja hora de levantar a cabeça. Talvez seja hora de cortar os pulsos. Essa vida é cheia de extremos. Nós somos extremos. A criação toda, o contexto todo é extremo.

E isso é cada vez mais vigente, embora esteja disfarçado de dia-a-dia.

Eu não duvido de minhas teorias.

E minhas teorias são baseadas naquilo que vejo.

E aquilo que vejo é sempre tudo o que me é oportuno.

O que é oportuno, é o que é visível.

O que é visível, é um presente.

Presentes, são oportunidades.

E a oportunidade é agora.

E o agora é vida.

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Simples assim.

Maria Ana Maioli

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