Simplicíssimo

Par ou (l)ímpar?

Nós inimigos de nós mesmos, vale tanto a nível individual quanto em sociedade. Entender o que leva a pobreza e os limites de uma forma de pensar que traz consigo uma forma de moldar as nossas relações. Quem ganha com o capitalismo? Quem ganha mantendo as coisas no lugar? Por trás disto, Gramsci discutia os intelectuais orgânicos… Eu será que ele discutia seres orgânicos. Como uma pílula, segue uma pista para suas escolhas.

Violentos Haikais – série II / 7/x

Briga de egos
Do(r)ia no povo e o Bozo
nos fazendo de palhaços cegos

Pseudomístico – a ciência do cotidiano 7/x

Eu tenho a cura para os males do mundo. Seja feliz, não se apegue e nem dê bola para os problemas do mundo.

Seria a dialética patética?

A ciência séria tem limites? Ou é só um palpite?

Que lógica tem a hermenêutica?

Tenho certeza de que vou ser mal interpretado, mas não fico calado.

Seria o materialismo o método ideal? Ou estou sendo surreal?

Vejo um mundo em (e)terno construcionismo, sem contorcionismos.

Tchê, Nietzsche é para os gaúchos? Ou para colocar ganchos

E puxar com força e com crítica todo o esforço do mais fraco?

A ciência normal não precisa de justificativa além da política

Se temos a vachina é por obra da China e não de sofistas.

Surfistas que vão na onda de discursos só servem para tomar vaca

Pois são o gado, cagado, prontos para defender o Bozo com faca…

O que me lembra um quadro: “olha a facaaaaa!!!”

Reclamar da polarização é ficar em cima do muro, mas os muros têm dono, os donos do poder.

Não me venha falar em comensurabilidade, este jogo de par ou (l)ímpar tem cartas marcadas, é viciado e segue a mesma lógica.

Tudo tem um limite e tudo tende a zero.

Abaixo a nobreza, abaixo o clero.

Pedro Armando Furtado Volkmann

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