Simplicíssimo

Almoço de Domingo

Cunhada é um lance a parte.
Algo que a maioria das pessoas um dia vai ter que agüentar, ou resistir.
Para alguém na idade do lobo mau como eu estava, sempre tentando comer uma chapeuzinho, até que eu me controlava bem.
No auge dos meus quarenta e muitos aquilo tudo era um perigo para minha safena!
Almoço de Domingo

Cunhada é um lance a parte.
Algo que a maioria das pessoas um dia vai ter que agüentar, ou resistir.
Para alguém na idade do lobo mau como eu estava, sempre tentando comer uma chapeuzinho, até que eu me controlava bem.
No auge dos meus quarenta e muitos aquilo tudo era um perigo para minha safena!
Ela tinha seus 18 anos muito bem distribuídos naquele "corpicho" roliço e bronzeado.
Êta bichinha sacana essa minha cunhada.
Todos os domingos no conhecido almoço "familiar" lá vinha ela metida numa malha de ginástica coladérrima, que marcava todos os seus curvilíneos contornos.
A calça dela era tão colada, tão lá dentro que eu ainda me perguntava o por quê de ela ainda gastar com ginecologista, era só fazer uma consulta pessoal à sua malha de ginástica que com certeza ela saberia dizer a quantas andava seu útero e afins!
Às vezes eu chegava a me perder na conversa quando ela abaixava-se para brincar com meu pequeno o Jorginho!
Esse sim era sortudo! Ficava no colo dela, amassado entre seus peitos volumosos e intrépidos apontando um para o leste e o outro para o oeste!
Não que eu não amasse a Josefa! Eu a amava e ainda amo.
Mas peitos e bundas femininas são coisas que foram feitos para serem admirados por nós homens! E eu cumpria meu dever a risca!
Um dia ela estava a rigor, com uma blusa que quase mostrava seus mamilos escuros e pontudos e para completar uma saia que mais parecia um cinto, de tão mini, micro ou alguma outra denominação feminina para uma saia tão pequena quanto a dela.
Ao sentar-se no sofá e cruzar a pernas eu avistei o que jamais poderia ter avistado!
Era algo estranho pra mim… Como se fosse um por do sol na colina com um riacho atravessando ao meio, só que sem o sol. A desgraçada estava sem calcinha!
Tive de me conter para não inclinar a cabeça para o lado para poder ver melhor o que aquela menina mulher ofertava ali tão inocente e ao mesmo tempo tão maligna.
Eu acho que ela, ás vezes, percebia que me hipnotizava.
Quando via que eu estava observando daí que ela puxava mais ainda aquela blusa para baixo na esperança de tapar o umbigo e descobrindo assim ainda mais aqueles melões maduros e aparentemente macios!
Quando o Jorginho chorava era para o meu colo que ela atirava ele fazendo um vento cheiroso bater na minha cara. Cheiro de mulher no cio. Cheiro de fruta pedindo para ser colhida.
Acho que a Josefa jamais desconfiou da minha tara anônima pela sua irmã!
Não que eu fosse muito discreto, ela é que era meio alheia, ficava na cozinha ajudando a mãe, minha sogra, a preparar o banquete e acabava ficando de fora do "campo" onde a "pelada" acontecia.
Depois de mais ou menos uns dois anos da minha tara platônica pela minha cunhada ela começou a namorar um cabeludo metido a surfista.
O cara tinha tanto cabelo que de costas parecia uma mulher, e quando sorria quase tirava todo mundo da sala com aquela vasta arcada dentaria de deixar qualquer dentista morrendo de orgulho!
Daí a coisa foi amornando. Parece que até o peito dela, por algum motivo, parecia menos apetitoso. Foi ficando assim como comer fruta já apanhada, aquelas que já estão colhidas a dias. Foi perdendo a graça.
O cabeludo já tinha feito tudo que eu jamais faria, tudo que eu nem tinha pensando em fazer, e um pouco mais ainda!
E foi assim que o almoço de domingo perdeu sua magia.
Todos os domingos eu já não tinha mais ânimo pra levantar e ficar olhando pra cara daquele surfista!
Um dia desses enquanto eu observava a barriga da minha cunhada, agora bem mais volumosa, exibindo seus cinco meses de gravidez eu achei que estava tendo um dejavú.
Adentrou pela porta uma loira escultural aparentando seus 15 anos!
Era a visão dos Jardins da Babilônia.
Minha cunhada apressou-se a apresentá-la:
__ Essa é a Julia, minha cunhadinha! Não é a cara do irmão hein??
Eu sorri amarelo meio de cantinho perdido nos meus pensamentos pecaminosos.
De repente havia uma nova esperança para os almoços de domingo!!

Cristiane Martins

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