Simplicíssimo

Autor - PANDORA AEDO

Sandia

SANDIA Morrinhento o corvo resplandece a réuvaNa poesia arcaica da SandiaOs fados me ferem a almaTu definhas como uma galinha degoladaEspernias fagulhos de dorUma lança coberta de povosPreludia uma eterna...

Corvo

CORVO A dama de vidro calçando pilaresVamos a festa ancados no soitoObjetos de mão no fim da costelaPedro de patas não vê a campanhaEu sou general comando a orquestraMaria centeio trabalha o...

Matriarca

MATRIARCA A jaula que encuba o homem É a jaula do perecer Cometendo a tortura de pensar Aludindo o querer de um mamífero O  vírus humano acopla realidades Cabe ao oráculo prevê-las Cabe ao medonho discuti-las...

Começo

COMEÇO Crianças de velhas manias Sabemos o bem que não faz solturas no asno cumpadre Canhoto em poucos, milênio Momentos de um corvo forjado nas alamedas da morte Cultuada em espetos de sangue...

Macacos

Na gestação de uma zebra de várias cabeças Na análise refletida de bonecas Russas Das células doentes da repressão De suicídios faccionários, que sugerem ao...

Cidade Natal

  CIDADE NATAL O hilário de não ser o que sempre fui A vagar por dejetos que um dia eu comi Crianças a gritar Na conseqüência de loucos No mito de bêbados e mendigos da...

Opocéfalo

A opotética estação do ano em vertigem Na falsa reação de tudo Givago contempla as orlas Pequenas e vagas hemácias Gertrudes repele o inseto Em beijo atento na vaga Repete um...

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