Ódio às criancinhas!!!

Ao ritmo daquela música pedófila que o Michael Jackson adorava colocar para as criancinhas (“Hoje é festa, lá no meu apê, pode aparecer, vai rolar bundalelê…) O Simplicíssimo saúda Nossa Senhora Aparecida, protetora das criancinhas navegantes, dos frascos e comprimidos.

Ao ritmo daquela música pedófila que o Michael Jackson adorava colocar para as criancinhas (“Hoje é festa, lá no meu apê, pode aparecer, vai rolar bundalelê…) O Simplicíssimo saúda Nossa Senhora Aparecida, protetora das criancinhas navegantes, dos frascos e comprimidos.

Nem sempre se tem assunto para falar. Na verdade, sempre se tem, mas nem sempre se quer falar sobre o assunto que se tem. Um editorial de um site literário-cultural como o Simplicíssimo poderia hoje versar sobre, vejamos,,, (não são reticências, mas sim três vírgulas, isso mesmo) desarmamento? a fé que leva os devotos de nossa senhora aos maiores sacrifícios? os novos lançamentos de brinquedos educativos ou à profusão das LAN houses? os motivos pelos quais se publica tanto, e cada vez mais, com cada vez menos substância ou alegria? Entenda-se alegria, aqui, como tristeza também.

E as vírgulas, hein?

Muitas vezes o nonsense tomou conta desta casa. Dos editoriais viajantes como este até a mais pirada ou escalafobética coluna, como é o exemplo da Cartilha do Simplicíssimo, por exemplo, que correu da edição de número 5 até a edição de número 21. Se alguém conseguir explicar, hoje, o que aquilo significava, deixará fenômenos como o Katrina e o terremoto do Paquistão no chinelo.

Falando em Katrina, revi neste final de semana o ótimo documentário Fahrenheit 9/11, de Michael Moore. Uma cena me renovou a atenção. Logo após os primeiros bombardeios americanos a Bagdá, nesta vergonhosa guerra, um senhora que havia perdido metada da família e todas as casas e bens de sua família nos bombardeios gritava, em alto e bom som para a câmera: “Alá vai destruir as suas casas, Alá vai destruir as suas casas”. Logo, me lembrei do Katrina. Contra a natureza, senhor Bush, Bush pai, Cheney, senhora Rice e asseclas, seu poderio nada representa.

Mudando radicalmente de assunto, é com pesar que anuncio que nosso colunista Waldemar Nnakesol encontra-se hospitalizado. Apresentou um quadro de dor abdominal, tendo sido diagnosticada como uma pancreatite. Desta forma, ele interromperá sua novela “O barbeiro” por tempo indeterminado, até que possa voltar, saudável com toda certeza, a nos enviar suas colaborações. Waldemar, o Simplicíssimo está com você. Mas, velho, eu lhe disse: a cachaça não faz bem pro fígado muito menos para o pâncreas!

Confissão: pela primeira vez na história, o Simplicíssimo está sendo publicado sem que este editor tenha lido uma linha sequer dos textos que estão publicados. Se alguém achar sinais de conspirações terroristas, erros da língua mãe, insultos à mãe ou ao filho, relevem. Na leitura durante a semana eles serão encontrados!

À carga!