Octaedro

Recebi hoje pelo correio o livro de contos Octaedro, de Julio Cortázar. É o primeiro livro deste grande escritor argentino que efetivamente meu impulso consumista foi ao encontro.

Alessandro Garcia, querido colunista do Simplicíssimo é um contumaz devorador da obra de Cortazar, e seus escritos lembram muito da genialidade do argentino falecido em 1984.

Recebi hoje pelo correio o livro de contos Octaedro, de Julio Cortázar. É o primeiro livro deste grande escritor argentino que efetivamente meu impulso consumista foi ao encontro.

Alessandro Garcia, querido colunista do Simplicíssimo é um contumaz devorador da obra de Cortazar, e seus escritos lembram muito da genialidade do argentino falecido em 1984.

Literatura fantástica, é como classificam muitos dos contos de Cortázar. Neste tipo de narrativa, criam-se novas leis que não respondem aos princípios da lógica. Os personagens são motivados por razões que a razão desconhece – se me perdoarem o chavão. O fim da narrativa, nem sempre encerra uma conclusão bem determinada, deixando o leitor atônito e confuso.

Ao ler “Liliana chorando”, o primeiro conto do livro, aqueles com alma de escritores, sentimos um fluxo contínuo de brisas inspiradoras permeando nossos dendritos. Um verdadeiro tapa de água gelada para acordar os neurônios adormecidos. Idéias, idéias, idéias…

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Nesta edição, temos a estréia de Leandro Laube, que inaugura a coluna Contradições. Seja bem-vindo, Leandro!

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Passou o Dia do Escritor (25 de julho), mas fica aqui o abraço a todos que tem no coração a alma de poeta misturada com a tinta da caneta (éta, êta… sacou?).

Vamos adiante. Mais nada a declarar, senhor presidente da mesa. Já posso pegar meus 2 milhões?