Simplicíssimo

d’arte

Da musicalidade dos homens o fator da maestria é o fundamento, o princípio do ciclo de descobertas de cada simbologia humana. Cada qual possui a sua viagem celestial a sua história cósmica ritmada e multidimensional.
Todos possuem seus nortes, seus destinos, e suas magias durante essa viajem que não sabemos onde fica o “porto” das embarcações pela qual saímos sem Da musicalidade dos homens o fator da maestria é o fundamento, o princípio do ciclo de descobertas de cada simbologia humana. Cada qual possui a sua viagem celestial a sua história cósmica ritmada e multidimensional.
Todos possuem seus nortes, seus destinos, e suas magias durante essa viajem que não sabemos onde fica o “porto” das embarcações pela qual saímos sem entender a princípio os reais motivos, o objetivo crucial e misterioso. A realidade é a busca do retorno ao centro de nós mesmos. Os deuses e os devaneios provêm deste núcleo obscuro e maravilhoso que temos como o nosso próprio Eu.
Diatônico, Cromático, Enarmônico…

Saber o que significa a simbologia que nos embala todos os dias é como ter a mente encaminhada e voltada para o destino principal. Universo é a palavra, o centro do meio, um átomo, apenas mais um átomo entre infinitos corpos que formam algo único e imenso sobre a nossa existência. A arte é o caminho mais sincero e poderoso. Artista denomina-se aquele que possui a liberdade e a sinceridade de ser ele mesmo.
Pitágoras…

As escolhas lúdicas e mágicas da vida são fontes do conhecimento principal. Tentar seguir o nosso embalo é a máquina propulsora do sistema. Somos o reflexo exato do universo e apenas temos que atravéz de nossas escolhas “retornarmos ao outro lado”.
Antracita, Nafta, Propano, Hulha…

A arte é o combustível. A fusão do homem com seu universo ocasionam o espaço em sua totalidade. A arte é o meio sincero para o início da passagem. A passagem mais cara e pessoal de todos os seres. A concentração de energias sobre os pensamentos são acusadores da formação do caráter principal, do centro do meio. As formas artísticas são linhas poderosas entre o universo e o “verso” de cada um.
“A arte não imita o visível: cria o visível”.
Os três possíveis elementos constitutivos de toda a obra de arte: o elemento da personalidade, próprio do artista; o elemento do estilo, próprio da época e do ambiente cultural; e o elemento do puro e eternamente artístico, próprio da arte, fora de toda limitação espacial ou temporal.
Sol.

Eu acredito nas variadas formas de sonhos que podem ou não agradar aos outros que também são formas de sonhos que são mais sonhos de outras coisas. Tudo está conectado, tudo está próximo e ao mesmo tempo muito distante, universos distantes e anos luz de diferença entre o segundo eterno de cada segundo terreno. A mente é a máquina e o corpo o “escravo” de nossas próprias vontades.
Na verdade somos o universo. Nós somos devaneios de alguém. O pensamento materializado na magia do mundo. A busca para o outro lado do espelho dos sentimentos.
A música.

A música é a ponta da pirâmide (lembras do Egito?) da consciência. A flecha no coração do centro. Os sons são amostras da genialidade do cérebro humano e de toda a capacidade de transcendência dos seres. A música é o ponto máximo do detalhe mínimo de cada ser criador e espectador do espaço. A sinceridade (denominação cultural e moral e nada mais, além disso) por excelência.
O mundo é a caixa de música de cada um, por isso, qualquer julgamento é desnecessário e incompreensível pensando no fato de que cada ser é absoluto em sua existência.

Maria Ana Maioli

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