Simplicíssimo

Sacrilégio pode, né?

SACRILÉGIO PODE, NÉ?

São Paulo, 21 de março de 2007.

Luiz Inácio falou, O Dráuzio falou, o Herbert falou, o Caetano falou, o Betinho falou, depois morreu, o mundo dito razoavelmente inteligente falou, mas o Papa, o Bispo e o Padre, ah, infelizmente, esses não falaram…

Usar camisinha evita AIDS. Ponto. Evita sífilis, evita gonorréia, evita cancros moles e duros, evita herpes, evita filhos não planejados. Enfim, evita muita doença, infelicidade e injustiça.

Igreja evita camisinha. Padres são celibatários, entendeu? Não deixa, e pronto. O melhor meio de previnir estas referidas doenças e problemas relacionados, segundo suas santidades, é a fidelidade. Sexo, após o casamento, e doze filhos que Deus mandou. Que tal eles ajudarem a criar? Ah, Deus provém…

Ando meio puto. Cada vez que penso em igreja, em religiosidade, imagino um rebanho, figura fartamente usada pelos sacerdotes e representantes. Rebanho mesmo. Ovelhas que não pensam, obedecem ao sagrado pastor, fornecem lã e, muitas vezes, saborosa e macia carne. E ai do filho que desgarrar. O lobo pega, abusa, lambe e come, e depois ainda vai pro inferno… Inferno? Ah, tá bom…

A formação de um pastor, um padre, um ministro de Deus, geralmente, salvo raras exceções, envolve rigorosos estudos, aprofundamento cultural, filosófico e teológico durante muitos anos. Geralmente possuem cultura e inteligência privilegiadas. Não posso deixar de duvidar que eles realmente acreditem no que dizem…

Deus nos ajude… Embora eu perceba claras razões para Ele estar de saco cheio…

Marcos Claudino, 37 anos, profissional de Recursos Humanos, vai pro inferno, mas vai encontrar muitos “santos” por lá… Pena que a cerveja seja quente…

Marcos Claudino

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