Simplicíssimo

Indigna Nação (I de III)

Violentos Haikais 76/X

Tchê! Santa violência
Noite incerta, Ruas desertas
Todos sem paciência

Faroeste 63/X  

Bem, estou bem meu bei
em qualquer lugar, quando tu chegar
adoro muito meu bei

Estou me permitindo escrever um texto que tem uma fundamentação teórica bem complexa sem citar autores, livros e artigos, pois o simplicíssimo não se trata de uma revista acadêmica. Desta forma, se alguém tiver dúvidas sobre quaisquer dos termos apresentados aqui, basta deixar um comentário que eu coloco um conceito (tb vou me permitir não colocar livros e autores).A violência sem precedentes ocorrida nas ruas de São Paulo é um exemplo bem claro do porquê devemos tentar resolver certos problemas de nossa sociedade sem que seja usada a teoria dos sistemas (TS) para isto.Vejam só: vamos dar um exemplo de como tentar acabar com este problema sob o paradigma dos sistemas: vamos criar leis mais duras… vamos criar cadeias das quais seja mais difícil escapar… vamos equipar melhor a polícia… vamos desarmar a população…Como todo o sistema tende a se adaptar a tudo, os bandidos, o outro lado do sistema, terão que fazer mais forca para não ir para a cadeia; farão esforços muito maiores para escapar (gerando eventos piores do que os que ocorrem esta semana); equiparar-se-ão rapidamente aos equipamentos da polícia (comprando equipamentos mais modernos e mais potentes); farão ataques mais numerosos aos cidadãos (no primeiro momento), pois saberão que as pessoas não portarão de foram alguma armas de fogo (deixo assim a continuação deste sistema por este viés, pois exige muitas páginas para explicar).Outro problema de tratar a violência através da TS é a quantidade de atratores existentes no sistema. Neste caso, temos atratores primários, secundários e terciários, pois a posição almejada pelos doadores de energia do sistema (as vítimas) é sempre a desejada pelos atratores secundários (os bandidos – se a polícia é porque existem crimes, contravenções, etc.).É claro que existe uma forma interessante para que se acabe com a violência física (talvez a menos importante) com o dinheiro de plástico, mas isto é assunto para o próximo simplex…De ré na contramão, para acabar com a violência!

Pedro Armando Furtado Volkmann

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