Simplicíssimo

Atores Anônimos

No silêncio os olhares

Resplandece a ânsia de ver a luz iluminar

as mentes livres, que imaginam sem limites

a imagem de um personagem inesperado.

Um herói…

Uma donzela…

Um grande vilão…

Entre tensões fica os olhos intactos no

proscênio do palco

Ver-se a vida aflorar diante

De um inquieto nervosismo

Que se torna parte, a parte

De um grande espetáculo…

E nos pensamentos choram as lembranças

E entre sentimentos se cria uma ilusória dor

De um ator inusitado…

No fim só restam aplausos,

Lágrima de uma platéia dividia

Sorrisos que te fintam sobre intenções e pontos

De vistas desconhecidos

Surge o mundo mágico…

Que por mais que você pense

Que seja só espectador,

Pairamos a nos deparar como atores da imensa obra

Celestial, onde Deus é o diretor, o tempo

O imenso palco, e a vida, a grande peça de teatro.

Huebert Missano

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