Mãe

 

 
 
 
Mãe que dona de casa não é uma pessoa “à toa”. Muitas gostariam de trabalhar, mas nem sempre conseguem conciliar a maternidade com o trabalho.
 
Mãe que recebe ajuda de custos do pai e se dedica à criação do filho não é uma pessoa que “entra com zero”, como já ouvi. A dedicação a um filho não pode nem deve ser calculada. Pagar a pensão alimentícia é, seguramente, menos difícil  que educar uma criança.
 
 
Mãe é mãe. Não existe mãe solteira, mãe viúva, mãe divorciada. Estes indicam apenas o estado civil da mulher.
 
Mães são humanas. Erram, acertam, sentem cansaço, alegria, tristeza, saudade, ternura, entre outros.
 
Mãe dá plantão, exerce atividades em tempo integral, está “ligada” mesmo quando aparenta tranqüilidade.
 
Para a mãe, os filhos são sempre seus pequenos amores, ainda que estejam na meia idade.
 
Mães sentem desejo, continuam sendo mulheres de carne e osso. Estão vivíssimas, acreditem.
 
 
Mães abrem mão de muitas coisas ao longo da vida. Seguramente, os filhos não tem culpa de possíveis frustrações. É bom precaver-se a fim de não cobrar a “conta” do filho quando este crescer. Essa dívida  é ilusória. Caso precise, consulte um analista.
 
Mãe é mãe, pai é pai. Se um falta, a lacuna existe. Não há substituição.
 
Maternidade é vocação. Muitas mulheres não desejam ser mães e isso é normalíssimo.
 
Ser mãe é muito mais do que trazer uma criança ao mundo, embora esse seja o início de tudo.
 
 
 
 
 
 

Japão Rico, Japão Pobre

Engana-se, e muito, quem pensa que todos os japoneses são ricos e que as vítimas dos terremotos não precisariam de ajuda, por ser o Japão um país desenvolvido. Miyagi e Iwate, as duas regiões mais atingidas pelos terremotos e o tsunami em Março deste ano, são habitadas principalmente por anciãos camponeses, agricultores e pescadores, sem recursos financeiros; e eles precisam SIM de toda ajuda possível neste momento, sejam de japoneses ou de estrangeiros, e seus respectivos governantes. Deixemos as ideias preestabelecidas de lado. Pois a hora é de FRATERNIDADE. Doem, peçam doações, façam campanhas; pois no Japão a pobreza também existe. E esse Japão dos pobres passa agora por um momento muito difícil. Mãos dadas, amigos. Mãos dadas…
 

Nota: Clandestinos, o livro, continua sua campanha de ajuda a vítimas dos terremotos. Para contribuir com a Cruz Vermelha, a quem estão sendo doados os direitos autorais do livro, visitem o site do Clube de Autores:

http://blog.clubedeautores.com.br/2011/04/autor-edweine-loureiro-usa-literatura-para-ajudar-vitimas-no-japao.html#comment-5859